(*) Respeitou-se a grafia em minúsculas constante no CD.
Disco: I Found Out
Ano: 1991
Faixas:
1. I Found Out (3:38)
2. I Want to Take You Higher (3:50)
3. Goddamn Real To Me (2:49)
4. Stay Hungry (4:23)
Músicas compostas pela banda, exceto "I Want To Take You Higher", composta por Sylvester "Sly Stone" Stewart.
Créditos:
George Edmondson: Bass, Background Vocals
Matt Mahler: Guitar, Background Vocals
Bill See: Vocals
Dave Smerdzinski: Drums, Percussion
Bobby Holley: Saxophone (faixa 2)
Disco: Preachin' (to the Choir)
Ano: 1991
Faixas:
1. Preachin' (to the Choir) (3:50)
2. Think (3:13)
3. Roll Away [Acoustic Version] (4:45)
Músicas compostas pela banda, exceto "Think", composta por Aretha Franklin e Teddy White.
Créditos:
George Edmondson: Bass, Background Vocals
Matt Mahler: Guitar, Background Vocals
Bill See: Vocals
Dave Smerdzinski: Drums, Percussion
Resenha/Biografia:
A banda Divine Weeks foi, talvez, uma das maiores promessas do cenário musical de Los Angeles, Califórnia, EUA – certamente a propaganda e a atenção que ela recebeu durante a sua existência foram próximas das que são oferecidas a bandas como a U2, mas, pelo menos, a música mostrou-se boa o suficiente para justificá-las. Com o seu derradeiro disco, o quarteto mostrou nove poderosas canções, vendo passar uma tendência do rock alternativo no mesmo ano em que outra se inaugurava aos olhos do público.
Ironicamente, há muita coisa em "Never Get Used To It" que poderia facilmente caber em "Ten" (nota minha: famoso disco da Pearl Jam) – e certamente o vocalista Bill See tinha o mesmo sentimento de paixão e desígnio que Eddie Vedder possuía com relação aos seus primeiros trabalhos e, possivelmente, com melhores resultados. Sua voz era boa, forte e ardente, mas com a doçura capaz de equilibrar as asperezas do som que cantava. Quanto à banda como um todo, os seus integrantes tocavam de tudo, desde o clássico rock incendiário até o post-punk energético – a R.E.M. poderia ser um modelo, tanto quanto a U2, mas a Divine Weeks soava mais como uma boa banda dos anos 70, evitando solos idiotas que só servem para provocar barulho e fazer estilo.
Os dois singles do disco, "I Found Out" e "Preachin' (To The Choir)", são grandes canções, feitas para ouvintes de rádio, misturando influências do funk com um inspirado feedback sonoro. Constata-se, na última, o melhor da banda; eventuais comparações com a Jane's Addiction fazem certo sentido aqui, na maneira como a banda deixa a música grandiosa e fortalecida com o acréscimo dos ecos. Outras músicas, como "Gingi And Me", dão sequência à "grandiloquente e alta" abordagem, contudo a banda conseguiu também direcionar o seu trabalho para algo mais sutil, como "Watershed" e a excelente abertura, "Soul On Ice" – a última não minimamente, mas apenas com um toque mais suave, na comparação. Em suma, coisas boas que fizeram valer o resultado (Raggett Ned, AllMusic; tradução livre do inglês).
12. The Grand Pecking Order (Anastasio, Claypool) 2:35
13. Owner Of The World (Oysterhead, Anastasio, Claypool) 2:44
Créditos:
Trey Anastasio: Guitar, Vocals
Les Claypool: Bass, Vocals
Stewart Copeland: Drums, Vocals
Biografia:
Composto do improvável trio Trey Anastasio, Les Claypool e Stewart Copeland (da Phish, da Primus e da Police, respectivamente), o supergrupo Oysterhead se reuniu pela primeira vez para um planejado concerto único no New Orleans Jazz & Heritage Festival, em maio de 2000.
A química entre os três músicos foi imediata, e a performance com lotação esgotada resultou tão boa que o trio decidiu levar adiante a parceria, acabando por entrar no estúdio de gravação de Anastasio, em Vermont, EUA, no mês de abril de 2001, para começar a trabalhar na gravação de um disco. O produto final, "The Grand Pecking Order", surgiu em outubro de 2001, seguido por uma turnê de divulgação pela América do Norte (Steve Bekkala, AllMusic; tradução livre do inglês).
Gênero: Alternative CCM, Contemporary Gospel, Jam Band
Disco: Roots Revolution
Ano: 2006
Faixas:
1. Down From The Mountain (4:14)
2. Weary (5:05)
3. Standing On The Rock (2:54)
4. Wash Me Clean (2:51)
5. Babylon Is Gonna Fall (4:48)
6. And So On (3:54)
7. Butterflies (3:18)
8. Empty Heart (3:20)
9. We Are Forgiven (4:51)
10. Sweet Soul Music (6:09)
11. Calling All Saints (4:53)
Músicas de autoria de Joel Parisien.
Créditos:
Joshua Franklin Toal: Guitar, Vocals, Cabasa
Mark Rogers: Drums, Percussion
Rich Moore: Upright Bass
Joel Parisien: Organ, Piano, Melodica, Vibes, Percussion, Vocals
Roger Martin: Pedal Steel
Darryl Dixon: Alto Sax
Dave Watson: Tenor Sax, Baritone Sax
Disco: Salvation Station
Ano: 2008
Faixas:
1. Salvation Station (3:27)
2. Workin Man (3:49)
3. Gimme (3:10)
4. Empty Heart (3:01)
5. Sweet Holy Spirit (5:21)
6. Babylon Is Gonna Fall (4:54)
7. Down From The Mountain (4:10)
8. Borderline (4:22)
9. City Bus Love Song (2:14)
10. Waitin Till The Rapture Comes (5:10)
11. Pledge Of Allegiance (5:54)
Músicas de autoria da banda, salvo "Bordeline", composta pela banda e Omowale.
Créditos:
Joshua Franklin Toal: Acoustic Guitar, Vocals
Rich Moore: Bass Guitar, Upright Bass, Vocals
Joel Parisien: Keyboards, Vocals
Mark Rogers: Drums, Percussion, Cymbals
Disco: Newworldson
Ano: 2010
Faixas:
1. You Set The Rhythm (3:04)
2. Listen To The Lord (2:54)
3. In Your Arms (3:01)
4. There Is A Way (4:20)
5. Do You Believe In Love? (3:11)
6. That's Exactly (How I Like It) (3:34)
7. Rocky Road (5:32)
8. Commander (3:03)
9. Total Eclipse (3:38)
10. O Lament (4:13)
11. Jamaican Praise Medley: Daddy Oh/Ketch A Fire/He's A Miracle/By Force (5:12)
12. Weary (4:05)
Músicas de autoria da banda, exceto "There Is A Way", composta por Newwoldson e Salter, e "Jamaican Praise Medley", composta por Clark, Clarke, Mighty e Whilby.
Créditos:
Joshua Franklin Toal: Acoustic Guitar, Electric Guitar, Vocals
Rich Moore: Upright Bass, 5-String Bass, Vocals
Joel Parisien: Piano, Electric Piano, Vocals, Clavinet, Hammond B3
Mark Rogers: Drums, Percussion, Cymbals
Michel DeQuevedo: Percussion
Toronto Mass Choir (Ann Barrett, Tara Burke, Trisha Dayal-Gunpath, Venissa Dunkley, Maxine Gooden, Nicole Grant, Michelle Vaughan, Temeka Williams): Choir
Disco: Rebel Transmission
Ano: 2012
Faixas:
1. Radio Ghost Town (Parisien) 3:46
2. Homeless Child (Moore, Parisien, Rogers) 3:46
3. Learning To Be The Light (Parisien, Satler) 3:56
Joshua Franklin Toal: Guitar, Electric Guitar, Vocals, Background Vocals
Rich Moore: Electric Bass, Upright Bass, Fretless Bass, Vocals
Joel Parisien: Beat Box, Clavinet, Glockenspiel, Keyboards, Hammond Organ, Percussion, Piano, Electric Piano, Synthesizer, Tambourine, Vocals, Background Vocals
Mark Rogers: Drums, Cajon, Cowbell, Percussion
Justin Koop: Electric Guitar, Background Vocals
Tawgs Satler: Acoustic Guitar, Electric Guitar
Mark Lalama: Accordion
Myles Rogers: Percussion
Jonathan Arons: Trombone
Darryl Dixon: Alto Sax
David Watson: Baritone Sax, Tenor Sax
Freddie Hendrix: Trumpet
Joe Romano: Trumpet
Toya Alexis: Background Vocals
Disco: All The Way Live!
Ano: 2014
Faixas:
CD 1: Mainstage
1. Do You Believe In Love? (Parisien, Rogers, Moore) 4:10
2. Son Of Man (Parisien) 3:32
3. Old Time Religion (Parisien) 6:08
4. Faith Is The Final Frontier (Maier, Emmanuel, Irvine, Rogers) 4:43
5. There Is A Way (Parisien, Salter, Rogers, Moore, Toal) 7:45
6. 5, 6, 7, 8 (Parisien, Rogers, Moore) 3:26
7. Shake Holy Spirit (Parisien, Rogers, Moore, Toal) 5:40
8. Salvation Station (Parisien, Rogers, Moore, Toal) 8:33
9. People Get Ready (Mayfield) 8:14
CD 2: After Party
1. 99 And ½ (Cooder, Staples) 10:38
2. CNN Blues (Emmanuel) 4:23
3. Europa (Santana, Coster) 12:43
4. Get Right Church (Peoples) 10:27
Créditos:
Joel Parisien: Vocals, Keyboards
Mark Rogers: Drums, Cymbals
Leroy Emmanuel: Guitar, Vocals, Spoons
John Irvine: Bass
Darryl Dixon: Alto Saxophone, Vocals
Dave Watson: Tenor Saxophone, Flute, Vocals
Gravado ao vivo em Londres, no Big Church Day Out, em 2013 (Disco 1), e no mesmo festival, em 2014, em apresentações fora da programação oficial (Disco 2).
Biografia:
O quarteto gospel canadense Newworldson foi formado nos anos derradeiros da primeira década do século 21, e dentro de pouco tempo começou a ganhar prêmios e a tocar com alguns titãs do gênero. Pegando sugestões musicais de astros como Jamie Cullum, Stevie Wonder, Ray Charles e Spencer Davis, a Newworldson lançou seu primeiro álbum em 2007.
Intitulado "Roots Revolution", o disco e o inconfundível som da banda ganharam os prêmios destinados a grupos (Melhor Artista Novo e Álbum de Raízes/Folk do ano do Gospel Music Awards do Canadá) e – mais importante – um show de abertura da gigante da música cristã, Newsboys, na turnê de 2007-2008 do grupo. Mais uma boa notícia para o cantor Joel Parisien, o guitarrista Josh Toal, o baixista Rich Moore e o baterista Mark Rogers veio em 2008: a banda foi indicada para o Juno de 2008 como o Melhor Álbum Cristão/Gospel do ano (nota minha: a banda gravou mais três discos após "Roots Revolution", como se pode ver acima) (Chris Tune, AllMusic; tradução livre do inglês).
Vidar Ersfjord: Trombone (faixa 10), Organ (faixas 10, 13), Electric Piano (faixas 13, 14)
Birgitte Solberg: Vocals (faixa 13)
Disco: Lighthours
Ano: 2014
Faixas:
1. The Driver (3:20)
2. Think Of It (3:47)
3. Mr. Samsonite (2:54)
4. (I Don't Like) Looking Back (3:18)
5. Things About You (3:01)
6. Lightyears Away (4:38)
7. Bright Holes (4:51)
8. Everything & Nothing (2:10)
9. Polar Nights (2:51)
10. A Peculiar Day (3:37)
11. Hold On (3:37)
12. Sjømann (4:22)
Músicas de autoria de Egil Brækken e Anders Vinnogg.
Créditos:
Egil Brækken: Vocals, Guitars
Anders Vinnogg: Vocals, Guitars, Percussion, Bass, Keyboards
Håkon Møller: Bass, Keyboards
Alexander Lindbäck: Drums, Percussion
Jørn Raknes: Pedal Steel
Biografia:
Na falta de biografia da American Suitcase (a sua página no Facebook está escrita em norueguês), segue, em tradução livre do espanhol, a primeira parte (que aqui interessa) de uma entrevista concedida por Egil Brækken e Anders Vinnogg, membros da banda, ao site espanhol IndyRock:
Da gelada Noruega chegam até nós, há alguns anos, as fantásticas canções dessa grande banda que, não faz muito tempo, lançou sua obra-prima: "Summerman" (Snap Records) e nos presenteou com sua primeira turnê espanhola. Após esse primeiro contato com o público espanhol, decidimos entrevistar o grupo. Egil e Anders (guitarras e vocais) respondem as perguntas:
Quando a American Suitcase começou suas atividades?
Egil: Iniciamos mais ou menos no princípio de 1996. Antes disso, tocávamos numa banda punk chamada Acid Donk.
O som do grupo é uma mescla entre o pop e o power pop. Estão de acordo com essa definição?
Anders: Sim, isso nos definiria, mas eu não tenho certeza se saberia dizer qual a diferença entre o pop e o power pop. Talvez os acordes sejam mais energéticos no pop?
Há um bom cenário power pop na Noruega atualmente?
Egil: Existem muitas bandas agradáveis. Não posso garantir se todas essas bandas podem ser catalogadas como power pop, mas as melodias dos anos 60 e 70 são inspiradas pelos sons de guitarras. Destaco os grupos Number Seven Deli, Julian Berntsen, Sgt Petter, Tables, Ricochets, Dipsomaniacs, Margarets...
Até agora, a banda lançou quatro discos. O que vocês pretenderam em cada um deles?
Anders: Bem, para falar a verdade, temos três LPs e dois EPs. É um tanto difícil encontrar um estilo único em cada um dos discos que nós lançamos. No primeiro EP ("Making Out With") e no LP ("Groovy Globe") éramos apenas quatro caras lutando para que as coisas no estúdio dessem certo. O álbum "Bluefoot" foi um lançamento mais coerente, todas as canções estavam bem ensaiadas e gravadas ao vivo antes de entrarmos no estúdio. As bases rítmicas foram gravadas em apenas dois dias num estúdio profissional e depois nos trancamos em nosso próprio estúdio para registrar as guitarras, vocais e outros arranjos. Em "Summerman", gravamos com muito mais tempo, o que não aconteceu com "Bluefoot".
Beatles, Big Star e Left Banke são alguns grupos que mais influenciaram a banda?
Egil: Sim! Ouvimos essas bandas e eu acho que você quer saber se elas nos influenciaram, certo? Penso que toda a música que você goste vai influenciá-lo no seu trabalho como músico.
Na American Suitcase, nota-se uma característica fundamental, que são as excelentes vocalizações e as melodias contagiosas.
Anders: As canções pegajosas e as harmonias vocais são coisas para as quais dedicamos uma atenção especial. Uma melodia grudenta é fundamental numa música pop e as harmonizações vocais a tornam melhor. É como uma música adicional.
Como vocês definiriam os dois últimos discos da banda: Summerman e Bluefoot?
Egil: Como Anders falou anteriormente, "Bluefoot" foi gravado praticamente num fim de semana (com exceção das faixas extras da versão espanhola), de modo que todas as canções têm a mesma sonoridade. Em "Summerman", fizemos tudo sozinhos (afora as mixagens) pela primeira vez. Acredito que, do primeiro ao último take de gravação, transcorreu mais de um ano, por isso é um disco um pouco mais variado. Nossas habilidades como músicos também melhoraram, então, pessoalmente, eu creio que "Summerman" é um álbum melhor do que "Bluefoot".
Biografia:
A biografia da banda, que segue, traduzida livremente do inglês, foi extraída do seu site (que não existe mais).
A verdade é mais estranha que a ficção...
A Green Inspiration Band foi formada no verão de 1992 por Sam Miller e Andy Hunt, que haviam tocado juntos na premiada banda Electric Druids, de Swansea (nota minha: cidade do País de Gales), e decidiram fazer algo um pouco mais "sério". Eles juntaram-se a Steve Griffiths, um veterano do cenário musical de Swansea e membro da Right Honourables e da banda psicodélica de reggae Ashaman, e Tim Atkinson, também integrante da Ashaman e que igualmente já havia tocado com Andy Junt numa banda chamada Attitude Problem.
O nome da banda foi cunhado por Steve numa sessão particularmente pesada, e posteriormente adotado não só em razão da preferência do grupo por remédios herbários, mas também por conta de algumas filosofias ambientais renovadoras, incentivadas e expostas no som da Green Inspiration.
Nos arredores empolgantes da península de Gower, no Reino Unido, e nos parques e baías ao redor de Swansea, a banda ensaiou e meditou, escreveu e gravou as músicas que se inserem até hoje dentre as melhores do rock psicodélico underground de todos os tempos (nota minha: é bom lembrar que se trata de uma autobiografia...). Com influências que se estendem desde Led Zeppelin e Hawkwind até Slayer e Ozric Tentacles, a banda surpreendeu a todos, inclusive a si mesmo, na ocasião, e dentro de um espaço muito curto de tempo se tornou uma espécie de fenômeno em Swansea, atraindo um grupo pequeno, mas fiel, de admiradores, que fizeram parte da história da banda e dos seus integrantes.
Foi um momento único e turbulento para todos os interessados; as lembranças das ruas de Swansea, dos parques, das casas, dos pubs e dos bares permaneceram irrevogáveis na mente de cada pessoa que participou dos acontecimentos. Mas a história continua, e tudo o que ocorreu ainda permanece vivo hoje, como foi no passado e será no futuro.
A banda tocou em lugares tão distantes como o George Robey, em Finsbury Park, Londres, Inglaterra – casa de muitas noites de famosos, como o agora lendário "Megadog" – e pirou as pessoas em cada show, com clássicos como "Acid Brain" (tocada muitas vezes com dois bateristas – ambos chamados Sam) e "Forward" (descrita por um ouvinte como "melhor do que 'Stairway To Heaven'"). Destaque para a apresentação do grupo no salão principal da University College de Swansea, com vista para a deslumbrante baía da cidade através de uma enorme parede de vidro. A banda quase queimou totalmente o bar da associação dos estudantes com o fantástico fogo mágico do seu operador de efeitos especiais, Dod.
O grupo também entrou na competição "Battle Of The Bands", realizada em Hendrefoilan (nota minha: uma área, ou um bairro, de Swansea), para abocanhar o primeiro lugar (embora Andy e Sam já tivessem faturado o prêmio no ano anterior com a Electric Druids).
Animada com o sucesso, a banda decidiu gravar seu material e escondeu-se por um tempo no mágico Black Mountain Studios, em West Wales, País de Gales. Quando saiu de lá, um dos mais notáveis (ainda que relativamente desconhecido) discos de rock psicodélico pesado de todos os tempos (nota minha: não esqueçam que é uma autobiografia...), "Forward Into Beyond", tinha sido criado. O intenso êxtase e o enorme vigor das apresentações ao vivo da Green foram capturados com êxito numa fita de 16 pistas. O sonho cristalizara-se e imortalizara-se.
Após uma mudança na sua formação, a Green deu suporte à Magic Mushroom Band no Bulldog Bash (nota minha: um festival inglês de motociclistas), e gravou outro disco, desta vez ao vivo, "Live Pandemonia". A banda acabou dissolvendo-se, mas se você ficar na praia de Swansea e escutar as ondas do mar, é possível ainda hoje ouvir, mesmo ao longe, o trovejante som dessa vibração cósmica que foi a Green Inspiration Band.
No verão de 2009, a banda reformulou-se, passou a ensaiar com regularidade e tem feito shows, ocasionalmente, no Reino Unido.
Músicas de autoria de Lee Mavers, salvo "Callin' All", composta por Mike Badger e Lee Mavers, e "Jumpin' Jack Flash", composta por Mick Jagger e Keith Richards.