Disco: Big Fine Thing
Ano: 1996
Gênero: Alternative Rock, Hard Rock, Stoner Rock
Faixas:
1. Grow Your Own (Janklow, Magistro) 4:04
2. 99% Bulletproof (Janklow, Magistro) 4:20
3. Sister Dementia (Janklow, Magistro) 3:56
4. Big Fine Thing (Janklow, Magistro) 3:44
5. Runaway Clocks (Janklow) 5:07
6. Watch Your Mouth (Janklow) 5:08
7. De Nature Boy (Janklow, Magistro) 4:27
8. Not Again (Janklow, Magistro) 4:20
9. New York City (Janklow, Magistro) 3:35
10. I've Got Pictures (Janklow, Magistro) 4:44
11. RSVP (Janklow) 7:51
12. Hey Baby (Take Me With You) (Janklow) 4:41
Créditos:
Luke Janklow: Guitar, Vocals, Bass (faixa 12)
Joe Magistro: Drums, Background Vocals
David Sellar: Bass
Biografia:
Formada em Nova Iorque, EUA, em 1995, não demorou muito tempo para a Darlahood ouvir um zum-zum-zum a seu respeito. Quase que instantaneamente, as grandes gravadoras vieram checar como a musicalidade sólida da banda e suas excelentes canções influenciadas pelo classic rock impressionaram tantos observadores no círculo roqueiro de Gotham (nota minha: apelido da cidade de Nova Iorque). Depois de assinar com a Reprise Records, um selo da Warner Bros., o grupo começou a trabalhar no seu disco de estreia, escrevendo 70 músicas enquanto viviam na solidão auto-imposta no interior. A lista das canções foi reduzida a 12 pelos produtores Clive Langer e Alan Winstanley (David Bowie, Bush, Morrissey), que ajudaram a Darlahood a gravar o seu debute, "Big Fine Thing". O excelente e expressivo trabalho desenvolvido pelo guitarrista, vocalista e compositor Luke Janklow era o centro do power trio, que também contou com a bateria de Joe Magistro e o baixo de David Sellar. "Big Fine Thing" tinha um som retrô, que, combinado com as letras psicodélicas (leia-se: influência das drogas) da Darlahood, gerou um revés para a banda, que não condizia com a realidade.
Formada em Nova Iorque, EUA, em 1995, não demorou muito tempo para a Darlahood ouvir um zum-zum-zum a seu respeito. Quase que instantaneamente, as grandes gravadoras vieram checar como a musicalidade sólida da banda e suas excelentes canções influenciadas pelo classic rock impressionaram tantos observadores no círculo roqueiro de Gotham (nota minha: apelido da cidade de Nova Iorque). Depois de assinar com a Reprise Records, um selo da Warner Bros., o grupo começou a trabalhar no seu disco de estreia, escrevendo 70 músicas enquanto viviam na solidão auto-imposta no interior. A lista das canções foi reduzida a 12 pelos produtores Clive Langer e Alan Winstanley (David Bowie, Bush, Morrissey), que ajudaram a Darlahood a gravar o seu debute, "Big Fine Thing". O excelente e expressivo trabalho desenvolvido pelo guitarrista, vocalista e compositor Luke Janklow era o centro do power trio, que também contou com a bateria de Joe Magistro e o baixo de David Sellar. "Big Fine Thing" tinha um som retrô, que, combinado com as letras psicodélicas (leia-se: influência das drogas) da Darlahood, gerou um revés para a banda, que não condizia com a realidade.
É certo que Janklow & Cia. foram influenciados pelos artistas dos anos 60 e 70 (como Beatles, T. Rex e Bad Company, só para citar alguns), mas a banda exibia elementos musicais de rock pesado suficientemente modernos para mantê-la conectada e identificada com os anos 90. Dito isto, é possível que as apresentações da Darlahood tenham ficado um pouco fora de sintonia com os novos tempos. Se os toques de guitarra e as harmonias vocais soaram levemente imprecisos, as impressões sobre o grupo foram diversas. A banda mostrou um som instrumental tão intenso em "Big Fine Thing", que acabou ofuscando o restante do trabalho. Isso foi uma estranha (e lamentável) abordagem caracteristicamente desatualizada do período pós-grunge, dos dias pós-punk do rock alternativo dos anos 90. Apesar de todo o virtuosismo antiquado, o primeiro single de "Big Fine Thing", "Grow Your Own", recebeu muita atenção dos programadores de rádio de rock moderno, e a faixa acabou entrando nas paradas. O segundo single, "Big Fine Thing", não se saiu tão bem, mas o vídeo – produzido por Nigel Dick (Oasis, The Offspring) – foi exibido em alguns programas da MTV. As coisas estavam correndo bem para a Darlahood, que excursionou incansavelmente para divulgar o disco de estreia, principalmente numa prolongada abertura para a Collective Soul. O grupo chegou a planejar um novo trabalho, mas os anos se passaram e nada foi gravado, e, em última análise, pouco se ouviu falar da Darlahood depois que a turnê de divulgação do disco terminou, em 1997 (Vincent Jeffries, AllMusic; tradução livre do inglês).




