Gênero: Alternative Rock, Space Rock, Psychedelic Rock
Faixas:
1. Killing Time (5:14)
2. Speed (5:17)
3. Dead West (4:45)
4. Ripples (6:06)
5. Bopper's Hat [Bonus Track] (6:24)
6. Run Around [Bonus Track] (6:25)
7. Dead West, Pt. II [Bonus Track] (5:40)
Músicas de autoria de Eric Johnson.
Créditos:
Eric "Ripley" Johnson: Guitar, Vox
Sanae Yamada: Keys, Vox
(*) Disco lançado originalmente em 2009.
Biografia:
Grupo paralelo de Erik "Ripley" Johnson, da Wooden Shjips, ao lado de Sanae Yamada, o Moon Duo, de São Francisco, Califórnia, EUA, é um duo psicodélico krautrock, que usa bases eletrônicas e drones (nota minha: segundo a Wikipedia, "Música drone ou Drone music é um estilo musical minimalista, que enfatiza o uso de sons sustentados ou repetidos, notas ou clusters de tons – chamados drones, que podem ser caracterizados tanto por pedais quanto por modulação eletrônica"), inspirado em Spacemen 3, Silver Apples e Suicide.
A banda foi formada em 2009 e começou a despejar álbuns rapidamente. O minidisco "The Love On The Sea" saiu pela gravadora Sick Thirst, seguido do EP "Killing Time", através da gravadora Sacred Bones. A Moon Duo transferiu-se para a gravadora Woodsit para lançar, em 2010, o disco "Escape", que ofereceu a mais expansiva e melódica gravação do seu viajante som até então. Após excursionar de modo quase incessante depois de "Escape", a banda emitiu, na primavera de 2011, "Mazes", pelo selo alemão Souterrain Transmissions, gravado em São Francisco e mixado na Alemanha. O álbum, editado na esteira de performances largamente aclamadas no SXSW, concentrou-se em músicas compostas de forma mais ajustada (e brilhantemente produzidas), secundadas pela batida motorik (nota minha: conforme a Wikipedia, "Motorik é um termo cunhado pelos jornalistas alemães para descrever a batida em tempo 4/4 frequentemente utilizada pelas bandas de Krautrock da Alemanha nos anos 60 e 70, como Faust, Neu! e Kraftwerk, posteriormente utilizado também por outros músicos como Stereolab, Devo, David Bowie e Midge Ure") (inexistia baterista).
As canções também foram remixadas no final do ano, com as participações de Psychic Ills, Purling Hiss e Sonic Boom, entre outros. O posterior disco longo, "Circles", apareceu no outono de 2012, acompanhado por um álbum de remixes ("Circles Remixed") no ano seguinte, com as faixas retrabalhadas por Eric Copeland e Umberto, para citar alguns dos músicos envolvidos. Um disco tapa-buraco, "Live In Ravenna", surgiu em 2014, apresentando o baterista John Jeffrey. Após mudar-se para Portland, Oregon, EUA, com Jeffrey a tiracolo, o trio começou a gravar seu subsequente disco num porão escuro, segundo as palavras da própria banda. Mixado novamente na Alemanha por Jonas Verwijnen, "Shadow Of The Sun", de 2015, mostrou-se, naquele momento, o disco mais denso e psicodélico do grupo. No término de 2015, a banca embarcou numa longa turnê pela Europa, repisada em 2016. E quando retornou a Portland, começou a trabalhar no próximo disco, em casa e no estúdio Type Foundry. "Occult Architecture, Vol. 1" foi lançado no começo de 2017, seguido, logo depois, de "Occult Architecture, Vol. 2". O primeiro disco pretendia representar o yin e, o segundo, o yang; tentativas de explorar a luz e a escuridão inseridas na sonoridade da Moon Duo.
Johnson e Yamada passaram o ano seguinte focados em projetos paralelos. Johnson se reencontrou com a Wooden Shjips, que lançou "V" em 2018, e Yamada iniciou um trabalho solo, com o nome de Vive La Void, lançando um disco homônimo através da gravadora Sacred Bones. Quando a dupla (com Jeffrey na bateria mais uma vez) voltou a se reunir, o som mudou drasticamente: entraram elementos de discoteca (provocantes), de Madchester (nota minha: segundo a Wikipedia, Madchester foi um movimento de rock alternativo de Manchester, Inglaterra, nos final da década de oitenta e início da década de noventa. A música resultante deste movimento pode ser caracterizada como uma mistura de rock alternativo, psychedelic rock e dance music) (cintilantes) e de eletrônica (viajantes), suavizando-se o ritmo motorik e os excessos de guitarra. O grupo então gravou (em casa e no Jackpot! Recording Studio, em Portland) seu sétimo álbum, "Stars Are The Light", editado pela Sacred Bones em setembro de 2019; o produtor Sonic Boom ficou a cargo da mixagem (um crédito psicodélico extra) (Heather Phares, AllMusic; tradução livre do inglês).