Banda: The Neighborhood Bullys
Disco: What?
Ano: 2008
Gênero: Garage Rock, Power Pop
Faixas:
1. Let Me Be Me (2:58)
2. I'm Bored, Let's Fight (2:57)
3. Spin It (3:30)
4. Lead With Your Lips (2:05)
5. Why I Steal (2:52)
6. All The Way Down (4:08
7. Our Time Is Coming (2:44)
8. Sux 2 B U (2:21)
9. Go Back (To Drinking) (2:37)
10. Alive (3:51)
11. High On Life (2:58)
Músicas de autoria de Davey Meshell.
Créditos:
Davey Meshell: Bass Guitar, Lead Vocals
Michael Hays, Eugene Edwards: Electric Guitar, Background Vocals
Joey Galvan: Drums, Background Vocals
Biografia:
Ouçam bem! A Neighborhood Bullys invadiu os bares de Los Angeles, Califórnia, EUA, em 2006. Soltando melodias contagiantes tocadas com entusiasmada habilidade e letras irreverentes cantadas com epidêmica energia, o quarteto rapidamente conquistou público e críticos desavisados. É óbvio que a Bullys é a personificação do autêntico rock and roll, na mesma linha dos seus predecessores, incluindo Rolling Stones, Ramones e New York Dolls. Mas a banda adoça o pote com a vivacidade new wave da Knack, o ruidoso glam da Slade, o pioneiro power pop da Raspberries, a parte metaleira da Kiss e o explosivo R&B e pub rock da Dr. Feelgood.
Constatando o talento e o entusiasmo da Bullys, Mike Chapman – o lendário produtor das bandas Sweet, Suzie Quatro e Blondie – prontificou-se a captá-la em estúdio. O resultado é o poderoso e alto-astral disco de estreia, provocativamente intitulado "What?", a ser lançado no início de 2010, pela Rankoutsider Records.
Constatando o talento e o entusiasmo da Bullys, Mike Chapman – o lendário produtor das bandas Sweet, Suzie Quatro e Blondie – prontificou-se a captá-la em estúdio. O resultado é o poderoso e alto-astral disco de estreia, provocativamente intitulado "What?", a ser lançado no início de 2010, pela Rankoutsider Records.
O eixo central da Bullys é Davey Meshell – criado no Brooklyn, cantor, baixista e compositor formado em Los Angeles, que já tocou com estimados músicos do naipe de Shelby Lynne, Peter Case, Etta James, Bobby Womack, John Lee Hooker, The Chambers Brothers, Buddy Guy e Buddy Miles. Meshell desmente seu visual yuppie de cavanhaque com a paixão e o lamento de um clássico cantor de soul.
Embora ele tenha sido o foco central da banda desde o início, outros membros entraram e saíram até o lineup solidificar-se com os guitarristas Tex Mosely e Michael Hays e o baterista Mike Sessa. Mosely, originalmente da Filadélfia, começou sua carreira em Nova Iorque como membro da banda de punk rock Pure Hell, compartilhando contas e locais de ensaio com a New York Dolls. Hayes, nascido no Mississippi e crescido em Los Angeles, é um prodígio da guitarra, cujo ardor com a palheta identifica-o como um fenômeno criativo. O baterista Mike Sessa juntou-se à Bullys depois de integrar bandas notáveis como Fear, Sylvain Sylvain, Rosie Flores e BellRays. Conseguir o estelar produtor Mike Chapman para produzir o seu primeiro álbum foi uma façanha para a Bullys, mas isso aconteceu de uma forma muito simples. De acordo com Meshell, Kim Fowley, o famoso agente musical de Los Angeles, queria empresariar a Bullys.
Malgrado essa relação nunca se tenha consumado, Fowley deu a Meshell alguns bons conselhos. "Kim disse que a melhor maneira de começar a trabalhar com seu produtor favorito era enviar-lhe uma mensagem e uma demo com as suas melhores coisas", lembrou Meshell. "Ninguém supera Mike Chapman, no meu conceito, então lhe enviamos uma demo da nossa canção "I'm Bored, Let's Fight" e ele finalmente respondeu, dizendo ter ouvido a música doze vezes seguidas. E afirmou então que iria produzir nosso disco inteiramente". Isso virou um casamento ideal de artistas e produtor. "Já testamos o material em bares de Los Angeles durante meses", disse Meshell. "Mike apareceu, voando de sua casa em Connecticut, e gravamos todas as faixas básicas em três dias. Ele mixou e masterizou o material em seu estúdio caseiro, e agora o disco vai sair pela Rankoutsider".
"What?" varia desde a loucamente cativante "Spin It", passa pela pulsação sexy de "Lead With Your Lips", chega até o estrondoso pancadão de "Let Me Be Me", e culmina com o vigoroso fervor da quase gospel "Alive". E você pode dançar com o disco! Por cima do seu som explosivo, as canções da Bullys são compostas com letras cínicas, brutalmente honestas, preparadas e apimentadas com rimas engenhosas. Como salienta Meshell: "Não pregamos ou dizemos a ninguém o que fazer. Escrevemos sobre como as pessoas vivem, no seu dia a dia". Com uma turnê programada pela costa oeste e sudoeste dos Estados Unidos e um segundo álbum, provisoriamente intitulado "Lost And Jealous", em andamento, a Bullys está pronta para sair do âmbito regional. "Gastamos muito tempo conosco", disse Meshell. "Estamos aqui porque acreditamos no que fazemos. O que posso dizer? Nós todos amamos o barulhento rock 'n' roll". Desnecessário enfatizar: prestem atenção na Bullys! (JamBase; tradução livre do inglês).
Embora ele tenha sido o foco central da banda desde o início, outros membros entraram e saíram até o lineup solidificar-se com os guitarristas Tex Mosely e Michael Hays e o baterista Mike Sessa. Mosely, originalmente da Filadélfia, começou sua carreira em Nova Iorque como membro da banda de punk rock Pure Hell, compartilhando contas e locais de ensaio com a New York Dolls. Hayes, nascido no Mississippi e crescido em Los Angeles, é um prodígio da guitarra, cujo ardor com a palheta identifica-o como um fenômeno criativo. O baterista Mike Sessa juntou-se à Bullys depois de integrar bandas notáveis como Fear, Sylvain Sylvain, Rosie Flores e BellRays. Conseguir o estelar produtor Mike Chapman para produzir o seu primeiro álbum foi uma façanha para a Bullys, mas isso aconteceu de uma forma muito simples. De acordo com Meshell, Kim Fowley, o famoso agente musical de Los Angeles, queria empresariar a Bullys.
Malgrado essa relação nunca se tenha consumado, Fowley deu a Meshell alguns bons conselhos. "Kim disse que a melhor maneira de começar a trabalhar com seu produtor favorito era enviar-lhe uma mensagem e uma demo com as suas melhores coisas", lembrou Meshell. "Ninguém supera Mike Chapman, no meu conceito, então lhe enviamos uma demo da nossa canção "I'm Bored, Let's Fight" e ele finalmente respondeu, dizendo ter ouvido a música doze vezes seguidas. E afirmou então que iria produzir nosso disco inteiramente". Isso virou um casamento ideal de artistas e produtor. "Já testamos o material em bares de Los Angeles durante meses", disse Meshell. "Mike apareceu, voando de sua casa em Connecticut, e gravamos todas as faixas básicas em três dias. Ele mixou e masterizou o material em seu estúdio caseiro, e agora o disco vai sair pela Rankoutsider".
"What?" varia desde a loucamente cativante "Spin It", passa pela pulsação sexy de "Lead With Your Lips", chega até o estrondoso pancadão de "Let Me Be Me", e culmina com o vigoroso fervor da quase gospel "Alive". E você pode dançar com o disco! Por cima do seu som explosivo, as canções da Bullys são compostas com letras cínicas, brutalmente honestas, preparadas e apimentadas com rimas engenhosas. Como salienta Meshell: "Não pregamos ou dizemos a ninguém o que fazer. Escrevemos sobre como as pessoas vivem, no seu dia a dia". Com uma turnê programada pela costa oeste e sudoeste dos Estados Unidos e um segundo álbum, provisoriamente intitulado "Lost And Jealous", em andamento, a Bullys está pronta para sair do âmbito regional. "Gastamos muito tempo conosco", disse Meshell. "Estamos aqui porque acreditamos no que fazemos. O que posso dizer? Nós todos amamos o barulhento rock 'n' roll". Desnecessário enfatizar: prestem atenção na Bullys! (JamBase; tradução livre do inglês).




