Banda: Tearjerkers
Disco: Bad Mood Rising
Ano: 2001
Gênero: Alternative Rock, Blues-Rock, Garage Rock
Faixas:
1. White Lie, Black Eye (2:41)
2. Stupid Cupid (2:27)
3. Wire Tapper Calling (2:03)
4. Dollar To Death (1:35)
5. Teeny Weeny Little Bit (2:15)
6. Make It Hard (3:13)
7. Bank, Gun, Jail (2:37)
8. Head Of The Class Clowns (2:44)
9. Earthquake Date (Pretty Bad Baby) (1:51)
10. Devil's Border (3:52)
11. Bottomless Purse (3:48)
12. D.O.A. Blues (2:25)
Músicas de autoria da banda e Jack Yarber, menos "Tenny Weeny Little Bit", composta por Ralph Bass, Piney Brown, John Thornton e Earl Washington, e "D.O.A. Blues", composta por Van Halen.
Créditos:
Jack Yarber: Electric & Acoustic Guitars, Noises, Vocals
Scott Bomar: Electric & Upright Bass Guitars, Baritone Accordion, Organ, Piano
John "Bubba" Bonds: Drums, Percussion
John Whittemore: Electric & Acoustic Guitars, Pedal Steel, Fuzz Bass, Organ, Backing Vocals
Músico adicional:
The Tower Of Sour: Saxophone
Resenha:
Mais uma na épica lista de bandas de Jack Yarber (nota minha: mais conhecido como Jack Oblivian), legendário músico do rock garagem vanguardeiro, a Tearjerkers tem a mesma mistura de rock sujo e blues como qualquer um dos diversos projetos do músico. O pesado R&B de "White Lie, Black Eye" abre o disco, combinando a atitude da Oblivians com a sensibilidade de Robin Zander, da Cheap Trick. "Stupid Cupid" segue a mesma abordagem, mas com uma pegada roqueira típica dos anos 70 e brilhantes solos de duas guitarras.
Então o álbum trilha um caminho mais tortuoso, com o estilo Stooges fazendo "Wire Tapper Calling" e "Dollar to Death" soarem menos distorcidas, acompanhadas de um teclado faceiro à la Ramones. Muito parecida com a Compulsive Gamblers e as várias outras bandas de Yarber, o que torna a Tearjerkers tão especial é a interpretação de estilos clássicos da música pelo seu frontman, aliado à sua incrível capacidade de preencher as letras autodepreciativas das canções com uma gama completa de emoção e intensidade. O country psicodélico de "Bank, Gun, Jail" fornece a notável história de um fora da lei, com a típica criatividade de Yarber a serviço de uma letra humorística ("Ela era minha Bonnie, eu era seu Clyde"). Outros destaques incluem a frenética, ruidosa e bem-humorada "Earthquake Date" e o sotaque caipira e a futilidade de "viver atrás de uma insígnia de latão" de "Devil's Border". Dez das 12 faixas são originais, e "Bad Mood Rising" encerra com "D.O.A. Blues", um inusual mas íntegro cover bluseiro da Van Halen. A honestidade e a entrega de Yarber, sem falar na sua predileção por uma música bem escrita, de alguma maneira fazem essa coleção de canções soar atemporal e indispensável (Ian Trumbull, AllMusic; tradução livre do inglês).
Então o álbum trilha um caminho mais tortuoso, com o estilo Stooges fazendo "Wire Tapper Calling" e "Dollar to Death" soarem menos distorcidas, acompanhadas de um teclado faceiro à la Ramones. Muito parecida com a Compulsive Gamblers e as várias outras bandas de Yarber, o que torna a Tearjerkers tão especial é a interpretação de estilos clássicos da música pelo seu frontman, aliado à sua incrível capacidade de preencher as letras autodepreciativas das canções com uma gama completa de emoção e intensidade. O country psicodélico de "Bank, Gun, Jail" fornece a notável história de um fora da lei, com a típica criatividade de Yarber a serviço de uma letra humorística ("Ela era minha Bonnie, eu era seu Clyde"). Outros destaques incluem a frenética, ruidosa e bem-humorada "Earthquake Date" e o sotaque caipira e a futilidade de "viver atrás de uma insígnia de latão" de "Devil's Border". Dez das 12 faixas são originais, e "Bad Mood Rising" encerra com "D.O.A. Blues", um inusual mas íntegro cover bluseiro da Van Halen. A honestidade e a entrega de Yarber, sem falar na sua predileção por uma música bem escrita, de alguma maneira fazem essa coleção de canções soar atemporal e indispensável (Ian Trumbull, AllMusic; tradução livre do inglês).

