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segunda-feira, 25 de maio de 2020

Sting - Bring On The Night

Músico: Sting
Disco: Bring On The Night
Ano: 1986
Gênero: Alternative Rock, Indie Rock, Jazz-Rock
Faixas:
Disc One
1. Bring On The Night/When The World Is Running Down You Make The Best Of What's Still Around (11:44)
2. Consider Me Gone (4:50)
3. Low Life (4:08)
4. We Work The Black Seam (7:00)
5. Driven To Tears (7:01)
6. The Dream Of The Blue Turtles/Demolition Man (5:55)
Disc Two
1. One World (Not Three)/Love Is The Seventh Wave (11:12)
2. Moon Over Bourbon Street (4:25)
3. I Burn For You (5:26)
4. Another Day (4:44)
5. Children's Crusade (5:29)
6. Down So Long (4:37)
7. Tea In The Sahara (6:26)
Músicas de autoria de Sting, menos "Down So Long", composta por J.B. Lenoir e Alex Atkins.
Créditos:
Sting: Guitar, Vocals
Branford Marsalis: Saxophones
Kenny Kirkland: Keyboards
Darryl Jones: Bass
Omar Hakim: Drums
Janice Pendarvis, Dolette McDonald: Backing Vocals

Resenha:
Sting realmente se empolgou com a ideia de que sua banda de apoio em "Dream Of The Blue Turtles" era um verdadeiro grupo jazzístico, e, tecnicamente, ele não estava de todo errado. O pessoal veio do conjunto de Wynton Marsalis (o episódio irritou Wynton, fomentando sua postura antiroqueira e aumentando a rivalidade com seu irmão saxofonista Branford – uma genuína treta), e como Sting foi, originalmente, um baixista de jazz, parecia uma boa associação.
No mínimo, Sting encarou a reunião com arroubo, pois registrou seu envolvimento com a banda e a gravação do álbum no documentário chamado "Bring On The Night", a par de lançar um disco duplo da trilha sonora do filme apenas um ano após "Dream" chegar às lojas. Isso poderia ser chamado de presunção (e assim será chamado aqui), sobretudo porque a aparência do álbum ao vivo configura uma tentativa de mostrar a "banda de jazz de Sting" e seu "estilo jazzístico". A maioria das canções dura cerca de cinco minutos e há, nada mais nada menos, do que três medleys, dois dos quais mesclam uma antiga música da Police com uma faixa de "Dream". Editado como o segundo álbum solo do cantor, passa um ar de certa desnecessidade, ainda que as performances despojadas e contagiantes mostrem o que Sting pretendia alcançar com o seu debute. De qualquer maneira, é um disco destinado à galeria cult, e, embora isso satisfaça os músicos, para outros parecerá apenas… afetação (Stephen Thomas Erlewine, AllMusic; tradução livre do inglês).
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