Gênero: Alternative Rock, Indie Rock, Garage Rock Revival, American Trad Rock, Garage Psych, Cosmic Country, Neo-Psychedelia
Faixas:
1. Water On Mars (3:29)
2. Feels Alright (3:57)
3. Chevrolet Van (4:18)
4. Paper Trail (Money) (3:56)
5. War Is Coming (3:11)
6. Records (3:31)
7. Live Like Me (3:43)
8. Gringo Che (3:46)
9. Wild Coyote (4:04)
10. Astral Man (5:34)
11. Charlie's Sheep (4:02)
Músicas de autoria da banda.
Créditos:
📀Patton Magee, Shaun Couture: Guitar, Vocals
📀Alec Castillo: Bass Guitar, Vocals
📀Don Merrill: Organ, Piano, Vocals
📀Austin Brose: Percussion, Vocals
📀Connor Mikita: Drums, Cowbell
Participações:
📀John "Catfish" DeLorme: Pedal Steel
📀Andy Animal: Hand Claps
Biografia:
Formada num dormitório universitário da Carolina do Norte, EUA, no ano de 2012, a Nude Party enaltece o barulhento frat rock (nota minha: segundo a Wikipedia, frat rock foi um dos primeiros formatos do rock de garagem, popular nos anos 60, particularmente na primeira metade da década. A música tendia a ser "divertida" e "otimista" e costumava ser tocada em festas e eventos de fraternidades universitárias americanas) dos anos 60.
Trabalhando com seu primeiro mentor e produtor Oakley Munson, da Black Lips, a banda estreou no mercado fonográfico em 2016, com o EP "Hot Tub". E o primeiro disco longo, homônimo, saiu em 2018 através da gravadora New West Records.
Criada por amplo grupo de amigos de infância e meios-irmãos, que decidiram formar uma banda e depois aprender a tocar os instrumentos, a Nude Party foi concebida na Appalachian State University, em Boone, Carolina do Norte. O vocalista e guitarrista Patton Magee, calouro da universidade, se uniu aos camaradas Shaun Couture (guitarra), Don Merrill (órgão e piano), Alec Castillo (baixo), Austin Brose (percussão) e Connor Mikita (bateria) (a maioria dos músicos também é vocalista de apoio).
O sexteto, tão logo se mudou para uma casa à beira de um lago, iniciou um ritual noturno de ensaios no porão da residência. E, atuando como a atração fixa de um determinado local de entretenimento de Boone, o costume do grupo em se apresentar sem roupa rendeu-lhe o apelido de "a banda da festa dos pelados" (nota minha: no original, the naked party band). O pessoal adotou a denominação Nude Party e passou a realizar shows em bares e boates locais, mas agora vestido.
Em 2014, a banda conheceu o baterista Oakley Munson, da Black Lips, num concerto em Charlotte. Munson se interessou pelo grupo e produziu seu primeiro disco, o EP "Hot Tub", lançado no começo de 2016.
Enquanto o vigor e o espírito dos velhos tempos do EP se espalhavam, a Nude Party se transferiu para o território base de Munson, em Catskills, Nova Iorque, passando a fazer aparições regularmente no Brooklyn e adjacências. Seu primeiro disco longo, produzido por Munson, saiu após o grupo assinar com a gravadora New West. Gravado pelo sexteto original, "The Nude Party" chegou em julho de 2018. Trabalhando novamente com Munson, em Catskills, só que desta vez com dois anos de turnês na bagagem, a banda (já contando com a adesão de Jon "Catfish" Delorme ao lineup) registrou e lançou, em outubro de 2020, "Midnight Manor". Agora um septeto, o grupo decidiu produzir o próximo álbum e gravou mais de 20 canções, algumas destoantes do estilo empregado nos discos anteriores. O conteúdo, porém, foi reduzido para 13 faixas, focadas e inspiradas no blues-rock setentista, à la Rolling Stones, mas abrindo espaço também para influências dos anos 60. O disco daí resultante, "Rides On", saiu pela gravadora New West, em março de 2023 (Marcy Donelson, AllMusic; tradução livre do inglês).
Gênero: Alternative Rock, Indie Rock, Pop-Punk, Baggy, Power Pop
Faixas:
1. Everybody's Gone (2:46)
2. Best Friend (3:28)
3. Ex Teenager (2:06)
4. It's Cool To Hang Out With Your Ex (3:12)
5. 19 Blue (2:49)
6. Should I Feel It (2:45)
7. Lip Radio (2:50)
8. In Love Again (2:29)
9. Got It At The Delmar (3:15)
10. American Dad (2:14)
11. Radio Spiteful (2:26)
12. Chicken (0:24)
13. Wrong Number (2:30)
14. Different Tongues (3:20)
15. Fishing At Tescos (2:22)
Músicas de autoria de Mark Keds, salvo "Should I Feel It", composta por Mark Keds e Morgan Nichols.
Créditos:
📀Keds: Vocals, Guitar
📀Ben: Guitar, Vocals
📀Morgan: Bass, Strings (faixa 15)
📀Cass: Drums
Biografia:
A mistura vibrante e arrebatada de guitarras barulhentas, pegada punk e melodias pop grudentas da banda inglesa Senseless Things causou sensação na cena britânica no começo dos anos 90. Após alguns singles independentes, incluindo o incessante "Too Much Kissing", o grupo lançou uma ótima trilogia de álbuns, célebres pelas capas ilustradas por Jamie Hewlett, pela combinação de singles cativantes e pelas faixas mais reflexivas e, algumas vezes, de cunho político.
Formada em 1987, no distrito de Twickenham, Londres, Inglaterra, a Senseless Thing (Mark Keds e Ben Harding nas guitarras e vocais, Cass Browne na bateria e Morgan Nicholls no baixo) lançou, pelo selo independente Way Cool, uma série de singles impetuosos, melódicos e encantadoramente descontraídos. O álbum "Postcard C.V.", de 1988, solidificou seu estilo punk pra-frente, apresentando um som que mesclava, de modo perfeito, Buzzcocks e Undertones, com uma porção da Archies. Nessa época, rolou uma amizade com Jamie Hewlett, criador dos quadrinhos Tank Girl, e as capas de seus discos passaram a exibir desenhos do artista gráfico.
O single "Too Much Kissing", extraído de "Postcard C.V.", fez sucesso nas paradas indie, e a Decoy, uma gravadora maior, contratou a banda (a Decoy também tinha no seu cast o Mega City Four, outro ótimo grupo britânico pop-punk). Dois EPs saíram em 1990, e, após uma apresentação memorável no Reading Festival e uma turnê, com casas lotadas, pelo Reino Unido, a Senseless Things assinou com a Epic Records. E, porque ainda se encontrava em fase de crescimento musical, a banda, em seu primeiro álbum pela nova gravadora, utilizou violões e explorou ritmos mais lentos. "First Of Too Many", de 1991, fez relativo sucesso, assim como os compactos retirados do LP, e a Senseless Things parecia pronta para alçar voos maiores. O álbum seguinte, "Empire Of The Senseless", de 1993, mostrou mais amadurecimento também no aspecto lírico.
E o primeiro single do disco, "Homophobic Asshole", malgrado não tenha obtido grande êxito comercial, demonstrou que a banda poderia ter futuro além do bubblegum-punk, mas isso acabou não acontecendo. Um derradeiro álbum foi lançado ⎼ "Taking Care Of Business", de 1995 ⎼, e a separação ocorreu depois de uma última turnê; o grupo sentiu que já havia dado tudo de si e seus membros decidiram trilhar outros caminhos. Keds formou uma banda chamada Jolt, no final de 1995 e, posteriormente, tocou com Deadcuts e Wildhearts. Harding integrou a 3 Colours Red. Nichols soltou um disco solo e depois se uniu aos grupos Streets e Muse como baixista de concertos. Browne figurou como peça-chave da Gorillaz por uma década e, em 2019, fundou a banda Loup GarouX, na companhia de Ed Harcourt. Paralelamente a toda essa atividade individual, houve um breve reencontro da Senseless Things em 2007, seguido por outro, mais duradouro, em 2017, que redundou no compacto denominado "Lost Honey". Porém, qualquer possibilidade de novos shows ou gravações cessou em função da morte de Mark Keds em janeiro de 2021 (Tim Sendra, AllMusic; versão livre do inglês).
Gênero: Blues, Blues-Rock, Southern Rock, Hard Rock
Faixas:
1. Velvet (4:24)
2. Don't Know (4:34)
3. Bossa Nova Blues (4:54)
4. Feel This Way (3:58)
5. Wounds (6:55)
6. Stranded (5:05)
7. Thinking Of You (3:32)
8. Long Time Comin' (4:20)
9. I B Leavin' (3:25)
Músicas de autoria de Jamie Purpora.
Créditos:
🔘Jamie Purpora: Guitar, Vocals
🔘Jeremy Crowther: Drums, Percussion
🔘Roger Brown: Bass
🔘Erik Sabo: Hammond B-3, Leslie, Piano
Biografia:
Se você gosta do estilo hard rock alto-astral setentista, com bateria pesada, baixo marcante e guitarras agudas, então esta é a sua banda! Foi formada por Jamie Purpora (guitarra e vocais), Jeremy Crowther (bateria) e Roger Brown (baixo), em Los Angeles, Califórnia, EUA, no ano de 1994.
O objetivo? Retornar ao blues para reaprender as raízes do rock and roll (que a maioria dos nossos contemporâneos parece ter esquecido) e então evoluir de volta ao rock pesado que nós amávamos enquanto crescíamos! A Interstate Blues lançou nove discos: "Let It Go" (1996), "Interstate Blues" (1997), Velvet (1998), "Southern Lips" (2000), "White Lightning" (2003), "El Diablo" (2005 ), "Redemption" (2007), "Redux" (2009) e "Red Was The Sky" (2010). Em cada álbum as músicas e o som ficaram mais refinados e avançados.
A canção "Velvet" (do disco "Velvet") foi utilizada num episódio do programa televisivo "Pensicola Wings Of Gold", em 1999, e o cover da clássica "I've Got My Eyes On You", de Willie Dixon e Buddy Guy (do disco "Interstate Blues"), foi aproveitado num capítulo da série "Angel", da Warner Brothers, em 2003. Entre 1994 e 2010, a Interstate Blues realizou mais de uma centena de shows na região de Los Angeles. Alguns locais onde a banda se apresentou: Whisky A Go Go, The Blue Saloon, The Mint, The 1650 Club, The Viper Room. Jamie Purpora, por sua vez, apareceu no Chicago Blues Festival, nos anos de 1998 a 2001 e 2003, tocando com Koko Taylor e inúmeros outros artistas (Discogs; tradução livre do inglês).
Gênero: Alternative Rock, Indie Rock, Hard Rock, Punk-Rock, Garage Rock Revival
Faixas:
Disc One
1. Dead Man's Shoes (3:32)
2. Portrait Of Red (3:31)
3. Just A Ride (3:16)
4. Out Of Mind (3:44)
5. Bang Bang Bang (4:10)
6. Lost Weekend (3:15)
7. Running For My Life (4:12)
8. Dressed To Kill (3:49)
9. My Little Girl (3:11)
10. Taking The Blame (3:35)
11. You've Got Your Money, I've Got My Soul (3:39)
12. Ends Don't Mend (14:41)
Disc Two
1. Lost Weekend [Acoustic] 3:12
2. Bang Bang Bang [Acoustic] 2:57
3. Just A Ride [Acoustic] 3:19
4. You've Got Your Money, I've Got My Soul [Acoustic] 2:40
5. Dressed To Kill [Acoustic] 3:40
6. Out Of Mind [Acoustic] 3:48
7. Dead Man's Shoes [Acoustic] 2:52
8. Running For My Life [Acoustic] 3:29
9. Passing Place [Acoustic] 3:46
10. Long Way Down From The Top [Acoustic] 2:26
11. Ends Don't Mend [Acoustic] 3:38
12. Stripped [Acoustic] 4:00
Músicas de autoria da banda, exceto "Portrait Of Red", "Bang Bang Bang", "You've Got Your Money, I've Got My Soul" e "Ends Don't Mend", compostas pela banda e Chris Birdsall.
Créditos:
🔘Ally Dickaty: Lead Vocals, Guitar
🔘Matt Rose: Bass Guitar, Background Vocals, Piano
🔘Danny Dolan: Drums, Percussion
Biografia:
Combinando a energia do grunge com o frenesi do punk, a Virginmarys criou um rock pesado pulsante que lembra Arctic Monkeys e Foo Fighters. E, após lançar dois EPs no encerramento da década de 2010, emplacou um pequeno sucesso com o barulhento single "Just A Ride", de 2011.
Seu primeiro álbum, "King Of Conflict", chegou em 2013, seguido por "Divides", em 2016, e "Northern Sun Sessions", em 2018.
Formada em Macclesfield, Inglaterra, em 2006, pelo vocalista e guitarrista Ally Dickaty, o baixista Chris Birdsall e o baterista Danny Dolan, a banda surgiu com o objetivo de criar um rock pesado inventivo, visceral e divertido, sem soar imbecilizado. A formação original, no entanto, teve vida curta, pois o baixista Matt Rose substituiu Birdsall em 2009.
Nos anos subsequentes saíram uma série de EPs: "Cast The First Stone", de 2010, "Just A Ride" e "Portrait Of Red", ambos de 2011, e "Dead Man's Shoes", de 2012. O primeiro disco longo, "King Of Conflict", foi lançado em 2013 através da gravadora Wind Up Records, sendo fartamente aclamado pela crítica. Impulsionado pelo sucesso do compacto "Just A Ride", o álbum alcançou o Top 100 no Reino Unido e o Top 10 na parada Heatseekers da Billboard.
Em 2015 chegou o single "Dust", antecipando o segundo LP, "Divides", editado no começo de 2016. Enquanto excursionava pelo Reino Unido, em 2017, o grupo soltou o single "Sweet Loretta (You Know Me Better)". O terceiro álbum, "Northern Sun Sessions", veio à tona no ano de 2018, sendo que, um ano depois, o disco foi relançado em edição de luxo, trazendo, como bônus, versões acústicas de quatro canções originais (Gregory Heaney, AllMusic; versão livre do inglês).