Mostrando postagens com marcador The Dirty Streets. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador The Dirty Streets. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 7 de março de 2025

The Dirty Streets - Portrait Of A Man

Banda: The Dirty Streets
Disco: Portrait Of A Man
Ano: 2009
Gênero: Blues-Rock, Boogie Rock, Hard Rock, Southern Rock, Neo-Psychedelia
Faixas:
1. Troubled Times, Troubled Mind (4:23)
2. Yes I Will (3:37)
3. Give It Up (5:03)
4. Itta Benna (5:02)
5. Ramblin' Rider (3:57)
6. Stone (6:04)
7. The Man (2:55)
8. Shades Of Blue (5:49)
9. Red Dress (4:22)
10. Portrait Of A Man (6:18)
11. Moon (5:13)
Músicas de autoria da banda, menos "Stone", composta por Justin Toland e William Stull.
Créditos:
🔉Justin Toland: Guitar, Voice
🔉Thomas Storz: Bass
🔉Andrew Denham: Drums
Músicos adicionais:
🔉J.B. Horrell: Sitar (faixa 10)
🔉Matt Denham: Percussion (faixas 1, 9)

Biografia:
Banda americana de rock revivalista, oriunda de Memphis, Tennessee, a Dirty Streets utiliza fervorosos riffs de guitarra, potentes amplificadores, bateria marcante e melodias esmeradas, entusiásticas e pulsantes, à maneira dos seus ídolos dos anos 60 e 70. Consideravelmente influenciada pelo rock clássico e o blues-rock vintage, o grupo compõe e toca de modo a homenagear os artistas que abriram o caminho para seu som, mas com originalidade e emoção suficientes para estabelecer um estilo próprio. 
O primeiro disco, "Blades Of Grass", de 2013, largamente distribuído, introduziu, com eficácia, a visão musical bluseira-roqueira classicista do grupo, ao passo que o álbum "Rough And Tumble", de 2020, forneceu uma imagem mais clara da intensidade dos seus shows ao vivo.
A Dirty Streets foi constituída em Memphis, Tennessee, no ano de 2006. O guitarrista Justin Toland nasceu e foi criado em Austin, Texas, e seus gostos musicais se moldaram pelas preferências do pai, que vivia desencavando discos de rock vintage e frequentemente ouvia Rolling Stones, Creedence Clearwater Revival e clássicos do soul sulista no toca-discos da família. Aos 17 anos, Toland se mudou para Memphis esperando formar ali uma banda. Ele tinha amigos na cidade, um dos quais o apresentou ao baixista Thomas Storz, que compartilhava a paixão de Toland pelo boogie rock autêntico. Os dois começaram a tocar juntos, inicialmente na companhia de diferentes bateristas, até Andrew Denham, natural de Shreveport, Louisiana, e um entusiasta do rock pesado britânico, se fixar nas baquetas. 
Em 2007, o trio permanecia ensaiando assiduamente e registrando material no seu gravador doméstico, enquanto refinava sua técnica. Em 2009, após numerosas apresentações ao vivo, a destreza e a confiança eram suficientemente sólidas para permitir ao grupo gravar o álbum "Portrait Of A Man", lançado por conta própria e registrado principalmente ao vivo, com mínimo acréscimo de overdubs de guitarra. O segundo álbum autoproduzido, "Movements", saiu em 2011, antes do grupo ser abordado pela gravadora Alive Naturalsound Records, que se ofereceu para lançar seu próximo LP. Oferta aceita, "Blades Of Grass", de 2013, foi o primeiro disco lançado com distribuição nacional significativa. Depois de passar bastante tempo na estrada divulgando "Blades", a banda retornou ao mercado fonográfico em 2015 com o álbum "White Horse", também editado pelo selo Alive. Já "Distractions", de 2018, voltou ao formato independente. Porém, o lançamento de "Rough And Tumble", de 2020, gravado ao vivo durante um concerto para a tevê, regressou à responsabilidade da gravadora Alive (Mark Deming, AllMusic; tradução livre do inglês).