Banda: The Flashcubes
Disco: "Brilliant"
Ano: 2003
Gênero: Power Pop
Faixas:
1. Do Anything You Wanna Do (Douglas, Hollis) 4:02
2. Natalie (Frenay) 3:18
3. Pathetic (Armstrong) 2:58
4. When We Close Our Eyes (Lenin) 2:57
5. You Got My Promise (Frenay) 3:37
6. Stalk (Armstrong) 4:08
7. Catherine (Lenin) 4:24
8. Five Personalities (Armstrong, Doyle, Frenay) 2:45
9. You're Not Grounded (Lenin) 3:32
10. I'm A Mystery (Frenay) 3:44
11. Bad Dream (Armstrong) 2:28
12. Make Something Happen (Frenay) 2:28
13. Nothing Really Matters When You're Young (Lenin) 4:06
Créditos:
Paul Armstrong, Arty Lenin: Guitar, Vocals
Gary Frenay: Bass, Vocals
Tommy Allen: Drums, Percussion
Músicos adicionais:
Paul Carbonara: Guitar (faixa 1)
Ed Stasium: Dano 6-String (faixa 1), Tambourine (faixa 4), Horns (faixa 10)
Ducky Carlisle: Backing Vocals (faixa 2), Theremin (faixa 10), Percussion (faixa 10)
Lloyd Landesman: Farfisa (faixa 11)
Resenha:
O grupo power pop Flashclubes voltou a reunir-se em 2002 (nota minha: segundo o site Yrbook, a banda foi formada no ano de 1977, em Syracuse, Nova Iorque, EUA) e realizou alguns shows no Japão (como registrado no CD "Live In Japan: Raw Power Pop", de 2002).
As apresentações foram tão boas que a banda decidiu seguir em frente e gravar um disco de estúdio. Na maior parte de "Brilliant", lançado em 2003, utilizaram-se as melhores facetas do power pop: guitarras estridentes, som encorpado e vocais melancólicos. O único problema é que as músicas aqui servidas pelo clássico cardápio power pop se mostram desprovidas de ginga e refrãos, além de aprontadas com letras não raro bagunçadas ("Pathetic" e "Fiver Personalities" são as que mais sofrem no quesito lírico). Os vocais também não primam pela simetria; dependendo de quem canta, algumas vozes parecem exauridas e datadas.
Certas canções são bastante agradáveis ("When We Close Our Eyes" possui um coro cativante, "I'm A Mistery" é uma música exuberante, que soa como uma vigorosa canção da Los Lobos), mas a única música que chama atenção é o cover de "Do Anything You Wanna Do", um clássico da Eddie & The Hot Rods". E quando um cover aparece como a melhor música do álbum, algo está faltando. Talvez a Flahscubes devesse ter parado após os triunfantes shows do retorno, pois este disco não acrescenta muita coisa ao seu legado (nota minha: gosto não se discute, mas, ao contrário da opinião do resenhista, considero o disco muito bom; por sinal, se eu não pensasse assim, não o teria postado, obviamente) (Tim Sendra, AllMusic; tradução livre do inglês).
Certas canções são bastante agradáveis ("When We Close Our Eyes" possui um coro cativante, "I'm A Mistery" é uma música exuberante, que soa como uma vigorosa canção da Los Lobos), mas a única música que chama atenção é o cover de "Do Anything You Wanna Do", um clássico da Eddie & The Hot Rods". E quando um cover aparece como a melhor música do álbum, algo está faltando. Talvez a Flahscubes devesse ter parado após os triunfantes shows do retorno, pois este disco não acrescenta muita coisa ao seu legado (nota minha: gosto não se discute, mas, ao contrário da opinião do resenhista, considero o disco muito bom; por sinal, se eu não pensasse assim, não o teria postado, obviamente) (Tim Sendra, AllMusic; tradução livre do inglês).


