domingo, 24 de fevereiro de 2013

The Damn Personals - Discografia básica

Banda: The Damn Personals
Gênero: Alternative Rock, Indie Rock
 
 
Cover
Disco: Driver, Driver
Ano: 1999
Faixas:
1. Stoned (3:42)
2. Premier (1:49)
3. Leg (3:01)
4. Orange Felix (3:04)
5. The New New (3:03)
6. Burned Alive (3:25)
7. Sparkwood & 21 (4:12)
8. Just A Woman (2:56)
9. If You Need A Lover (5:24)
10. Sunshine (3:05)
11. If I Could (2:26)
12. P2 (5:23)
Músicas de autoria da banda.

Cover
Disco: Standing Still In The USA
Ano: 2002
Faixas:
1. Fucking In NYC (3:19)
2. Coast To Coast (2:57)
3. Standing Still In The USA (3:15)
4. Back At You (4:17)
5. Models + Airliners (4:24)
6. Amphetamine Rifles (3:01)
7. Sleeping On The Floors, UTD (2:53)
8. Accidental Death + Dismemberment (5:31)
9. Saturday (4:21)
10. Better Living (4:08)
11. Tomorrow, God Willing (5:32)
12. Fruit Fly (2:16)
Músicas de autoria de Ken Cook e Damn Personals.


Créditos nos dois discos:
Ken Cook: Vocals, Guitar
Anthony Rossomando: Guitar
Jim Zavadoski: Bass
Mike Gill: Drums


Biografia:
A Damn Personals foi uma banda de rock de Boston, Massachusetts, EUA, que existiu desde meados de 1998 até o final de 2005, idealizada pelo cantor e guitarrista Ken Cook e o guitarrista Anthony Rossomando. Depois de vários falsos começos, o grupo concluiu o seu lineup no verão de 1998, com a adição de Jim Zavadoski no baixo e Mike Gill na bateria, que já tinham tocado em bandas anteriores com Cook e Rossomando, respectivamente.

1

A banda rapidamente fez nome no cenário indie e garageiro da costa leste, tornando-se conhecida pela sua seriedade, por suas canções cativantes e pelos arranjos originais que imprimia às suas indisciplinadas apresentações.
No outono de 1998, Chase Lisbon (agora em Supercult [nota minha: pelo que eu descobri, trata-se de um site de conteúdo adulto]), amigo e colega de moradia de Mike Gill, prestava serviço de serigrafia para a gravadora independente local, Big Wheel Recreation. Enquanto estampava umas camisetas, Chase mostrou para o proprietário do selo, Rama Mayo, quatro demos que a Damn Personals havia gravado recentemente. Rama Mayo tornou-se rapidamente um fã da banda e pediu a Gil para marcar um encontro com o grupo para discutirem um contrato de gravação.

2

A reunião renderia dois álbuns: o de estreia da banda, "Driver, Driver", de 1999 (com o produtor Darron Burke), e o segundo disco, "Still Standing In The USA", de 2002 (produzido por Michael Deming).
De 1999 até 2005, a banda percorreu os Estados Unidos mais de uma dúzia de vezes, apresentando-se com notáveis artistas, como Piebald, The Explosion, The Mooney Suzuki, Radio 4, Ted Leo And The Pharmacists, The Strokes, Jimmy Eat World e The Hives. Excursionou também uma vez pela Europa, quando foi convidada para acompanhar o grupo conterrâneo de Boston, Cave In, numa turnê na primavera de 2003.
Em meados de 2003, Jim Zavadoski deixou a banda e foi substituído pelo ex-integrante da Nigel 6, Michael Faulkner. Mais tarde, no mesmo ano, a banda ficou sem gravadora, com a dissolução da Big Wheel Recreation. Em 2004, Ken Cook deslocou-se para Nova Iorque, e tornaram-se frequentes os pedidos da Libertines para Anthony preencher o lugar do notório ausente membro da banda, Pete Doherty.

3

Independente da bagunça, a banda gravou o álbum "The World Will End", produzido por Andrew Schneider, que seria o seu último registro.
A Damn Personals decidiu dissolver-se no final de 2005, fazendo seu derradeiro show no ano-novo nova-iorquino, e inaugurando uma nova era em 2006.
Anthony formou a Dirty Pretty Things com Carl Barat e Gary Powell, membros da Libertines. Jim Zavadoski juntou-se à Snowleopards, de Boston. Ken Cook assumiu os teclados na banda Weird Owl, liderada por Trevor Tyrrell, ex-gerente de turnês da Damn Personals. Michael Gill deu vida à Murder Mile, com seu velho amigo, Ron Ragona, ex-frontman das bandas Spring Heeled Jack e Lost City Angels. Michael Faulkner juntou-se à Murder Mile no verão de 2008.
No final de 2007, o último disco da Damn Personals, "The World Will End", foi disponibilizado exclusivamente para download na Internet (MySpace; tradução livre do inglês).

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Ooh La La - Discografia básica

Banda: Ooh La La
Gênero: Hard Rock


Disco: Chop The Mutha Down [EP]
Ano: 2006
Faixas:
1. Chop The Mutha Down (3:46)
2. (Chinese Whispers) 3:31
3. Dog Gone Insane (3:33)
4. Yeah People (2:57)
Não se conseguiu descobrir a autoria das músicas.
http://tinyurl.com/hdjwfn6

Disco: Peace And Harmony
Ano: 2008
Faixas:
1. Water Turns To Wine (2:50)
2. Loving Hand (3:16)
3. Love Will Be (3:59)
4. You Gotta Move (2:52)
5. Don't Fight The Feeling (3:56)
6. Searching All Around - Fade (6:43)
7. Sweet Something (3:32)
8. Kindness Of Strangers (3:51)
9. Too Cold (4:44)
10. No Future Plans (3:13)
11. Tonight Only (3:02)
12. Headspin (6:11)
Não se conseguiu descobrir a autoria das músicas.
http://ow.ly/4nhOgT

Disco: Free At Last
Ano: 2009
Faixas:
1. Free At Last (3:08)
2. Don't Fight The Feeling (3:32)
3. You Gotta Move (2:52)
4. Loving Hand (3:16)
5. I Am Who I Am (3:52)
6. Get On Yer Knees And Pray (3:31)
7. Yeah People (2:57)
8. Water Turns To Wine (2:51)
9. Tonight Only (3:02)
10. Chop The Mutha Down (3:46)
Não se conseguiu descobrir a autoria das músicas.
No site Rate Your Music, o disco figura como uma compilação, mas as faixas 1, 5 e 6 não constam nos discos anteriores.
http://bit.ly/1VFIGyQ


Créditos (presumíveis) em todos os discos:
Simon Meli: Vocals, Guitar, Harmonica
Tony Kvesic: Guitar
Serge Coniglione: Bass
Shane O'Neill: Drums

 
Biografia:
A biografia da banda, que segue, em tradução livre do inglês, foi extraída do seu site.
A banda Ooh La La, de Sydney, Austrália, formou-se há dois anos, conjugando blues e conhaque, funk e vinho, improviso e gim. Coletivamente dedicada às suas raízes rock 'n' roll, a Ooh La La tem mantido uma presença constante e regular no circuito de apresentações, assim como se esforça para pregar seu rock 'n' roll para tudo e todos.


Seu primeiro EP, "Chop The Mutha Down", foi lançado em meados de 2006, e o grupo apreciou ficar algum tempo no Top 20 das paradas australianas, a partir de 14 de maio de 2007. Hoje mantém presença constante nas paradas com a força dos seus shows ao vivo. Aparições bem recebidas nos festivais Peat's Ridge e Great Escape cimentaram ainda mais a crescente reputação da banda em apresentações ao vivo.
"(...) Suas canções, musicalidade e presença de palco reúnem condições de igualar o grupo a qualquer banda internacional que tenha pisado nos palcos australianos (...)" – The Drum Media, Australian Music Magazine.
"(...) Essa é a banda de brancos mais negra em Sydney. A Ooh La La é o que a Black Crowes teria sido hoje ou o que a Mother Hubbard (nota minha: banda indie australiana, dos anos 90, liderada por Alex Lloyd, que não gravou nenhum disco) seria se não se separasse" – The BRAG, Australian Music Magazine.


O disco longo de estreia da Ooh La La foi gravado no final de 2007 e tem lançamento previsto em meados de 2008. O single de trabalho, "You Gotta Move", acabou selecionado pela rádio Triple M 104.9, de Sydney, como uma das cinco músicas em disputa na obtenção de uma vaga para a abertura de dois shows de Bon Jovi na Acer Arena, em 21 e 22 de janeiro de 2008. Ouvintes da estação decidiram, esmagadoramente, em favor da Ooh La La, que ganhou uma nova legião de fãs, como resultado de suas atuações na arena. Os shows foram tão bem sucedidos que a Triple M convidou a banda para executar sets acústicos semanalmente, no programa matinal diário da rádio, Shebang.
Sem se importarem com os debates em curso sobre a pirataria digital e o futuro da música, os quatro rapazes da Ooh La La pretendem defender plenamente as verdadeiras virtudes de rock 'n' roll... diversão, liberdade, barulho, e um som simpático a todos os corações e mentes. Vida longa ao rock...

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