terça-feira, 29 de outubro de 2013

Clutch - Strange Cousins From The West


Banda: Clutch
Disco: Strange Cousins From The West
Ano: 2009
Gênero: Alternative Rock, Hard Rock, Stoner Rock
Faixas:
1. Motherless Child (4:15)
2. Struck Down (4:22)
3. 50,000 Unstoppable Watts (3:47)
4. Abraham Lincoln (5:58)
5. Minotaur (4:51)
6. The Amazing Kreskin (4:36)
7. Witchdoctor (4:10)
8. Let A Poor Man Be (5:30)
9. Freakonomics (3:21)
10. Algo Ha Cambiado (4:08)
11. Sleestak Lightning (3:46)
Músicas de autoria da banda, salvo "Algo Ha Cambiado", composta por Norberto Napolitano.
Créditos:
Dan Maines: Bass
Jean-Paul Gaster: Drums
Tim Sult: Guitar
Neil Fallon: Vocals, Guitar

Biografia:
A Clutch combina elementos de funk, Led Zeppelin e metal com vocais inspirados pela Faith No More. Formado em 1991, em Germantown, Maryland, EUA, o grupo incluía Neil Fallon (vocal), Tim Sult (guitarra), Dan Maines (baixo) e Jean-Paul Gaster (bateria). Construindo uma sólida reputação local através de muito trabalho, e depois de apenas um minidisco (o clássico "Passive Restraints", do selo Earache), a Clutch foi contratada pela East West Records. Seu disco de estreia, "Transnational Speedway League", foi lançado em 1993. O álbum homônimo surgiu dois anos mais tarde e proporcionou ao grupo alguma exposição popular.
Em 1998, a Clutch deu um salto, assinando com o selo Columbia e lançando "Elephant Riders", e muitos pensaram que o grupo poderia juntar-se aos seus primos musicais Korn e Deftones no circuito vencedor do metal alternativo. Isso não se concretizou. Mas não importa, porque um fã-clube de peso continuou a apoiar a banda. "Fury Pure Rock" apareceu em 2001, e, do mesmo modo inflexível, "Blast Tyrant" surgiu três anos mais tarde como o primeiro álbum da banda pelo selo DRT Records. Seu sétimo álbum, "Robot Hive: Exodus", que veio a público em 2005, contou com a primeira mudança na formação da Clutch desde o início dos anos 90, com a adição do organista Mick Schauer. Entre os inúmeros discos alternativos da banda figuram um álbum de groove ("Jam's Room", de 2000), outro gravado ao vivo ("Live at the Googolplex") e o raro "Slow Hole to China", os dois últimos registrados em 2003.
Também lançada em 2005, a coletânea "Pitchfork & Lost Needles" combinou o minidisco "Pitchfork Clutch", de 1991, com demos e músicas antigas inéditas. No outono de 2006, a banda entrou em estúdio com o produtor Joe Barresi (Kyuss, Melvins) para gravar seu próximo álbum: "Beale Street to Oblivion", lançado em março de 2007. Em 2008, a Clutch lançou um CD/DVD com a compilação de músicas tocadas em shows realizados em Nova Jérsei, Pittsburgh e Sydney, intitulado "Full Fathom Five: Audio Field Recordings 2007-2008", pelo seu próprio selo, Weathermaker Music. Em 2009, veio "Strange Cousins From The West", e, a seguir, o décimo álbum, "Earth Rocker", lançado em 2013. 
Impulsionado pelo êxito de "Earth Rocker" (seu disco de maior sucesso de todos os tempos) e do single homônimo, a Clutch continuou sua infatigável turnê até o final de 2015, quando editou seu décimo primeiro álbum, "Psychic Warfare", que chegou ao topo das paradas de rock pesado, constituindo-se no seu maior sucesso até o momento (nota minha: foi este ou "Earth Rocker"?). A promoção do disco ocorreu com outra extensa turnê, encerrada apenas em 2018, quando saiu o álbum seguinte, "Book Of Bad Decisions", que, à semelhança dos dois discos anteriores, chegou ao Top 20 na Billboard, gerando os singles "Gimme The Keys" e "In Walks Barbarella". Para fechar a década, a banda lançou um punhado de singles com apenas uma faixa, inseridos na série "Weathermaker Vault Series". No encerramento de  2020, esses singles foram reunidos na coletânea "Weathermaker Vault Series, Vol. 1", que apresentou raridades, como "Run John Barleycorn Run", extraída de um single de 2014 compartilhado  com o grupo Lionize, e o cover de "Algo Ha Cambiado", da banda argentina Pappo's Blues (John Bush, AllMusic; tradução livre do inglês).

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

The June - Discografia básica

Banda: The June
Gênero: Power Pop


Disco: Magic Circles
Ano: 2009
Faixas:
1. Barber Shop (3:43)
2. Revolver (2:58)
3. Big Black Mouth (2:17)
4. Sir Eugene Maddog (2:38)
5. Daisy (3:33)
6. Sketches of Sound (2:29)
7. Getting High (1:59)
8. Rolling Desperate (2:13)
8. Better Than You (2:20)
10. Living In The Park (2:05)
Músicas de autoria de Cristian Ravanetti e Matteo Bianchi.
Créditos:
Chris (Cristian Ravanetti): Vocals, Backing Vocals, Guitar, Synth, Sitar, Mellotron
White (Matteo Bianchi): Vocals, Backing Vocals, Bass, Guitar, Tambourine
G. (Gabriele Gennari): Drums
Músicos adicionais:
Dario "Herr Soundshine": Flute, Bansuri (faixas 1, 5)
Nicola Dall'Asta: Trumpet (faixa 5)

Disco: Green Fields and Rain
Ano: 2010
Faixas:
1. Feel The Sunshine (3:17)
2. Good News (2:28)
3. On Fire (2:10)
4. Pete on the Street (2:09)
5. I'm Looking Out (3:02)
6. Satellites Like Butterflies (2:30)
7. Love Is Gone (2:49)
8. Let You Down (3:10)
9. Smile (3:14)
10. Waterfall in the Woods (2:51)
11. Green Fields and Rain (3:19)
12. This Song (2:25)
13. Seas of Sand (3:01)
Não se conseguiu descobrir a autoria das músicas.
Créditos (prováveis):
Chris (Cristian Ravanetti): Vocals, Backing Vocals, Guitar
White (Matteo Bianchi): Vocals, Backing Vocals, Bass, Guitar
G. (Gabriele Gennari): Drums
  

Resenha/Biografia:
A June vem de Parma, Itália. Chris (guitarra, vocais), White (baixo, vocais) e G. (bateria) têm interesses musicais comuns, assentados em psicodelia, pop rock, punk e rock de garagem dos anos 60, além das culturas beat e mod.
Esse trio italiano energético burilou um repertório original, influenciado por Beatles, Byrds, Stooges, Sex Pistols, Jam, Oasis e Kula Shaker. Seu primeiro single foi um cover de Pete Ham, "Makes Me Feel Good". Este é o seu primeiro disco (nota minha: o texto fala de "Magic Circles", de 2009). O som da June conjura a energia dos colegas de gravadora Rock Four, High Dials e Sidonie, juntamente com Oasis e The Three O'Clock. Imagine uma mistura do paisley underground (nota minha: segundo a Wikipedia, é um subgênero do gênero rock alternativo) dos anos 80 com a psicodelia garageira dos anos 60, trazida de volta ao século 21 (Insound; tradução livre do inglês).

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Joe Bonamassa - Had To Cry Today


Músico: Joe Bonamassa
Disco: Had To Cry Today
Ano: 2004
Gênero: Blues, Blues-Rock, Modern Electric Blues, R&B, Hard Rock
Faixas:
1. Never Make Your Move Too Soon (Jennings, Hooper) 4:06
2. Travellin' South (Collins) 3:50
3. Junction 61 (Bonamassa) 0:49
4. Reconsider Baby (Fulson) 6:52
5. Around the Bend (Bonamassa, Jennings) 5:11
6. Revenge of the 10 Gallon Hat (Bonamassa) 2:54
7. When She Dances (Bonamassa, Jennings) 4:53
8. Had To Cry Today (Winwood) 6:49
9. The River (Bonamassa, Held) 5:30
10. When the Sun Goes Down (Bonamassa) 2:45
11. Faux Mantini (Bonamassa) 2:28
Créditos:
Joe Bonamassa: Guitar, Acoustic Guitar, Vocals
Eric Czar: Electric Fretted Bass Guitar, Fretless Bass Guitar
Kenny Kramme: Drums, Percussion
Músicos adicionais:
Benny Harrison: Hammond B-3 Organ
Jon Paris: Harmonica

Biografia:


A biografia do músico já foi postada aqui, juntamente com o disco "A New Day Yesterday [Bonus Track]", de 2004.

domingo, 13 de outubro de 2013

Joe Bonamassa - Blues Deluxe


Músico: Joe Bonamassa
Disco: Blues Deluxe
Ano: 2003
Gênero: Blues, Blues-Rock, Modern Electric Blues, R&B, Hard Rock
Faixas:
1. You Upset Me Baby (Bihari, King) 3:35
2. Burning Hell (Besman, Hooker) 6:49
3. Blues Deluxe (Stewart) 7:20
4. Man Of Many Words (Guy) 4:11
5. Woke Up Dreaming (Bonamassa, Jennings) 2:51
6. I Don't Live Anywhere (Bonamassa, Himelstein) 3:41
7. Wild About You Baby (James) 3:39
8. Long Distance Blues (Carter) 3:52
9. Pack It Up (Chandler, Gonzales) 4:04
10. Left Overs (Collins) 3:23
11. Walking Blues (Johnson, Raitt) 4:29
12. Mumbling Word (Bonamassa, Himelstein) 3:29
Créditos:
Joe Bonamassa: Guitars, Vocals
Eric Czar: Electric Bass
Kenny Kramme: Drums
Benny Harrison: Hammond B-3
Jon Paris: Harmonica

Biografia:


A biografia do músico já foi postada aqui, juntamente com o disco "A New Day Yesterday [Bonus Track]", de 2004.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

The Tex Mex Experience - TMX


Banda: The Tex Mex Experience
Disco: TMX
Ano: 2008
Gênero: Tex-Mex
Faixas:
1. Why Don't Cha (S. Sahm, S. Sparks) 3:00
2. Hippie Girl (My Little Groover) (S. Sahm) 2:46
3. Mama's Out Rockin (S. Sahm) 2:45
4. Too Little Too Late (S. Sahm) 3:47
5. Texas Rose (S. Sahm) 3:41
6. One And Only (S. Sahm) 4:45
7. Bleed Me (S. Sahm) 3:15
8. Comin Around (S. Sahm) 3:26
9. Bajo Betty (S. Sahm) 2:54
10. Open Up Your Heart (B. Owens) 3:02
11. One Shot (S. Sahm) 4:10
12. She Would If She Could (D. Sahm, S. Sahm) 4:05
Créditos:
Nunie Rubio: Vocals
Shawn Sahm: Guitar
Michael Guerra: Accordion
Neal Walker: Bass
Mario Ximenez: Drums

Biografia:
A biografia da banda, que segue, em tradução livre do inglês, foi retirada da sua página no Facebook (assinada por M. Moser).
"Nós estamos apenas deixando rolar! As coisas têm sido uma festa ultimamente, sabe? Nós temos um prato cheio de tacos, cara"! Isso soa familiar? Se soar, você provavelmente é um aficionado de Doug (nota minha: o texto refere-se a Doug Sahm, músico texano famoso por comandar a banda Sir Douglas Quintet e pai do líder da Tex Mex Experience). Se não, prepare-se para a festa em puro estilo texano. Shawn Sahm está aqui com o Tex Mex Experience e a vida nunca mais será a mesma. Sahm reuniu quatro músicos cuja prática e experiência lhe fornecem o sustentáculo para a fiesta que não será esquecida tão cedo.


A partir do momento em que ele apareceu sentado no colo do seu pai, Doug Sahm, na capa da revista Rolling Stone, em 1968, ele soube qual seria o seu caminho na vida: sempre na estrada. E depois que seu pai faleceu em 1999, Shawn não estava disposto a abrir mão disso. Após passar a maior parte dos últimos seis anos supervisionando sua propriedade rural e envolver-se em vários projetos, ele retornou à sua paixão musical: o amálgama de rock & roll e ritmos além-fronteiras que definem o som Tex-Mex. "A ideia era pegar as influências, o som, a coisa verdadeira, que estão no seu coração e na sua alma", entusiasma-se Shawn. "Essa música é parte de mim. O que torna a banda diferenciada é que estamos fazendo música porque a amamos. Não é somente para tocar ou ser popular, é algo que vou estar fazendo de uma forma ou de outra enquanto viver. Mesmo quando era jovem, participando de bandas de rock, eu estava sempre tocando com meu pai e compondo músicas". Shawn Sahm também aprendeu a reunir os músicos certos para o som certo e quando chegou a hora construiu os alicerces da banda.


Nenhuma surpresa que Neal Walker empunhasse o baixo na Tex Mex Experience. Walker havia tocado com Shawn na Prezence, banda metaleira da sua adolescência, e causou tão boa impressão que Doug Sahm o recrutou para uma série de discos e turnês. "Papai amava sua harmonização. Neal tem uma harmonização matadora, disse papai, tal como Atwood Allen (nota minha: músico da banda de Doug Sahm) quando jovem". Grande elogio, sem dúvida! O acordeonista e vocalista Mike Guerra tocara na Texamaniacs. Guerra, importado de Los Angeles, também gravara recentemente com Los Lonely Boys e Phil Vassar e trouxe seus teclados para a Tex Mex Experience. "Ele tem os ingredientes para ser o próximo Flaco (nota minha: tudo indica que o texto se refere a  Flaco Jiménez, conceituado acordeonista texano, que trabalhou com Doug Sahm nos anos 60)", sustenta Shawn, exaltando seu companheiro de banda. "Ele é o nosso MVP (nota minha: é difícil saber o que autor quis dizer com isso, mas aposto que se trata de um trocadilho com "Most Valuable Player", prêmio geralmente conferido ao atleta ou atletas de melhor desempenho num torneio americano)". E, falando em Flaco, Nunie Rubio canta regularmente com o referido acordeonista.


Os vocais inconfundíveis de Rubio são uma das marcas da Tex Mex Experience. "Eu realmente gosto de usar o canto de uma forma mais tradicional, com três e quatro vocalizações", explica Shawn. "Foi interessante encontrar alguém da minha faixa etária afinada com esse tipo de música. Você tem que entendê-la e Nunie entende". A mistura sonora da Tex Mex Experience é estimulante e moderna. "Eu uso as influências que guardo na manga e não escondo o fato", afirma Shawn, reconhecendo que a Texas Tornados é uma das suas inspirações, "mas isso não faz justiça aos músicos da banda". "Musicalmente, misturamos Tex-Mex rock-and-roll, country e um pouco de cajun. Polcas. Intitulei a banda de Tex Mex Experience porque a comida e o estilo de vida (nota minha: o texto não é muito esclarecedor, mas Shawn parece conceituar o gênero Tex-Mex como um padrão de comportamento social que extrapola a música) é muito eclético. Não é uma coisa estanque, é um pouco disso, um pouco daquilo. Hippies, caipiras e comida mexicana, tudo misturado! Bom divertimento na pista de dança com ótima música". Então, o que o futuro reserva à Tex Mex Experience? "Estamos nos apresentando e saindo em turnê com Los Lonely Boys", conta Shawn, a respeito das incursões iniciais do grupo. "Eu quero fazer um disco memorável de Tex-Mex, bom o suficiente para justificar algumas cervejas e também para dançar". Bueno plano! M. Moser.

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