Disco: Marquee Themes
Ano: 1998
Gênero: Alternative Rock, Punk-Rock, Rockabilly-Punk
Faixas:
A música é rápida, a guitarra pesada de punk incorporando a energia com sucesso, a sensação dançante do rockabilly maneiro misturado com o balanço classudo do swing. A bateria, que é sempre a espinha dorsal da música, nunca pára enquanto as coisas estão quentes e pesadas. E sem esquecer o baixo, que impacta a música do início ao fim, garantindo que tudo se encaixe perfeitamente, enquanto adiciona o toque extra para deixar a "cozinha" muito mais estável. Juntos, nada consegue pará-los.
1. No Diddley (Puritans) 3:20
2. Possum=S.O.B. (Puritans) 3:05
3. Grate N’ Gutter (Puritans) 4:02
4. Lingus (Puritans) 2:07
5. Cartoon Jazz Piece (Keelaghan, Kottman) 2:42
6. Primate Rodeo Breakdown (Puritans) 3:04
7. Skipping Record (Puritans) 2:31
8. Dennis Wilson (Sobolewski, Woolley, Keelaghan) 2:40
9. Interlude (Puritans) 0:44
10. Walloping Dollop (Puritans) 3:03
11. Song Bee (Paton, Chris t.) 3:07
12. Welcome To Persia, Batman (Puritans) 2:06
13. Junk Bonds (Puritans) 2:36
14. Kim Philby Gets Some (Puritans) 2:49
15. Swiftly, Shitkicker (Puritans) 35:54
Créditos:
Mitch Hendrickson: Singin, Sax
Bob Keelaghan: Guitar, Backing Vocals
Steve Nykolyn: Drums
Vladimir Sobolewski: Bass, Backing Vocals
Músicos adicionais:
Michael Paton: Guitars (faixas 8, 9)
Danielle McCollough: Vocals (faixa 8)
Chris t.: Vocals (faixa 8)
Nils Halvorsson: Maracas (faixa 8)
Resenha:
Misturando rockabilly e swing, com uma base punk forte, The Puritans é um suado quarteto de rock n' roll que não sabe o significado de desistir. Justo quando você pensa que já teve o bastante, a banda aumenta os amplificadores e produz um som mais alto ainda, um número extenuante que vai derrubá-lo antes que você possa pedir socorro. Ponto para o Canadá, porque finalmente o país tem um grupo de rock n' roll digno do gênero.
Pulando e dançando através de quinze faixas (...), The Puritans não encontra nenhum problema em fazer você se mexer. Com os estilos que originam o seu som (rockabilly, punk e swing), e com a sua dança própria, o resultado é simples... solte-se e deixe seu corpo reagir à música da maneira que ele quiser.
Misturando rockabilly e swing, com uma base punk forte, The Puritans é um suado quarteto de rock n' roll que não sabe o significado de desistir. Justo quando você pensa que já teve o bastante, a banda aumenta os amplificadores e produz um som mais alto ainda, um número extenuante que vai derrubá-lo antes que você possa pedir socorro. Ponto para o Canadá, porque finalmente o país tem um grupo de rock n' roll digno do gênero.
Pulando e dançando através de quinze faixas (...), The Puritans não encontra nenhum problema em fazer você se mexer. Com os estilos que originam o seu som (rockabilly, punk e swing), e com a sua dança própria, o resultado é simples... solte-se e deixe seu corpo reagir à música da maneira que ele quiser.
A música é rápida, a guitarra pesada de punk incorporando a energia com sucesso, a sensação dançante do rockabilly maneiro misturado com o balanço classudo do swing. A bateria, que é sempre a espinha dorsal da música, nunca pára enquanto as coisas estão quentes e pesadas. E sem esquecer o baixo, que impacta a música do início ao fim, garantindo que tudo se encaixe perfeitamente, enquanto adiciona o toque extra para deixar a "cozinha" muito mais estável. Juntos, nada consegue pará-los.
Um bom pequeno disco; a música às vezes fica um pouco repetitiva, mas você provavelmente nem perceberá isso, porque a energia está sempre alta. O volume alto e indisciplinado das músicas levará você às alturas da mais pura diversão, o que, eu creio, é o ideal do rock n' roll. Eu vou dar a este disco uma nota B (Alex Steininger, In Music We Trust; tradução livre do inglês).

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