quarta-feira, 9 de abril de 2014

The Puritans - Discografia básica

Banda: The Puritans
Gênero: Alternative Rock

 
Disco: Marquee Themes
Ano: 1998
Faixas:
1. No Diddley (Puritans) 3:20
2. Possum=S.O.B. (Puritans) 3:05
3. Grate N’ Gutter (Puritans) 4:02
4. Lingus (Puritans) 2:07
5. Cartoon Jazz Piece (B. Keelaghan, Jason Kottman) 2:42
6. Primate Rodeo Breakdown (Puritans) 3:04
7. Skipping Record (Puritans) 2:31
8. Dennis Wilson (V. Sobolewski, Jay Woolley, B. Keelaghan) 2:40
9. Interlude (Puritans) 0:44
10. Walloping Dollop (Puritans) 3:03
11. Song Bee (M. Paton, Chris t.) 3:07
12. Welcome To Persia, Batman (Puritans) 2:06
13. Junk Bonds (Puritans) 2:36
14. Kim Philby Gets Some (Puritans) 2:49
15. Swiftly, Shitkicker (Puritans) 35:54
Créditos:
Mitch Hendrickson: Singin, Sax
Bob Keelaghan: Guitar, Backing Vocals
Steve Nykolyn: Drums
Vladimir Sobolewski: Bass, Backing Vocals
Músicos adicionais:
Michael Paton: Guitars ("Dennis Wilson", "Interlude")
Danielle McCollough: Vocals ("Dennis Wilson")
Chris t.: Vocals ("Dennis Wilson")
Nils Halvorsson: Maracas ("Dennis Wilson")
A última música do disco, que aparece com quase 36 minutos, na verdade dura apenas 2:04. O resto é um som repetitivo. Parece ser troça da banda.
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Disco: Sing The Hymns Of Shoutin' Abner Pim
Ano: 2000
Faixas:
1. Spy Opener (1:27)
2. Cat Collar Blue (2:55)
3. D-Hey-E (3:12)
4. Suave, Like Turski (3:45)
5. Mi-5 (2:01)
6. Mexican Volpertinger (3:48)
7. In The Blood (3:38)
Não se conseguiu descobrir a autoria das músicas.
Créditos:
Mitch Hendrickson: Vocals, Saxophone
Bob Keelaghan: Guitar, Vocals
Vladimir Sobolewski: Bass
Jonathan Swyers: Drums, Vocals
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Resenhas:
Rareiam as informações sobre a banda na web. As únicas coisas que eu encontrei foram resenhas dos discos, de autoria de Alex Steininger e publicadas no site In Music We Trust, que seguem, traduzidas livremente do inglês.
"Marquee Themes": Misturando rockabilly e swing, com uma base punk forte, The Puritans é um suado quarteto de rock n' roll que não sabe o significado de desistir. Justo quando você pensa que já teve o bastante, a banda aumenta os amplificadores e produz um som mais alto ainda, um número extenuante que vai derrubá-lo antes que você possa pedir socorro. Ponto para o Canadá, porque finalmente o país tem um grupo de rock n' roll digno do gênero.
Pulando e dançando através de quinze faixas (...), The Puritans não encontra nenhum problema em fazer você se mexer. Com os estilos que originam o seu som (rockabilly, punk e swing), e com a sua dança própria, o resultado é simples... solte-se e deixe seu corpo reagir à música da maneira que ele quiser.
A música é rápida, a guitarra pesada de punk incorporando a energia com sucesso, a sensação dançante do rockabilly maneiro misturado com o balanço classudo do swing. A bateria, que é sempre a espinha dorsal da música, nunca pára enquanto as coisas estão quentes e pesadas. E sem esquecer o baixo, que impacta a música do início ao fim, garantindo que tudo se encaixe perfeitamente, enquanto adiciona o toque extra para deixar a "cozinha" muito mais estável. Juntos, nada consegue pará-los.

3
Um bom pequeno disco; a música às vezes fica um pouco repetitiva, mas você provavelmente nem perceberá isso, porque a energia está sempre alta. O volume alto e indisciplinado das músicas levará você às alturas da mais pura diversão, o que, eu creio, é o ideal do rock n' roll. Eu vou dar a este disco uma nota B.
"Sing The Hymns Of Shoutin' Abner Pim": A selvagem banda punk rockabilly canadense fornece outra explosão de fúria, caos e provocação no seu segundo disco, "Sing The Hymns Of Shoutin' Abner Pim". Sete canções, vinte minutos e tempo de sobra... faz todo o sentido pra mim, e pra você?
"Spy Opener", "D-Hey-E", "Suave Like Turski" e "Mexican Volpertinger" mostram a banda agitando as coisas com seu eclético mas sempre roqueiro som, para balançar você com misturas de rockabilly, blues e muitos outros estilos que se cruzam no meio do caminho do punk rock.
O álbum é energético, selvagem e, às vezes, desconcertante. É o tipo de viagem que você não pode fazer com os olhos abertos, mas se fechá-los, enquanto a desfruta, é muito mais entusiasmante. Dê-lhe uma chance e aproveite. Eu vou dar um B ao disco.

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