terça-feira, 3 de julho de 2018

Dead Meadow - Dead Meadow

Banda: Dead Meadow
Disco: Dead Meadow
Ano: 2000
Gênero: Stoner Rock, Acid Rock, Neo-Psychedelia
Faixas:
1. Sleepy Silver Door (7:32)
2. Indian Bones (6:39)
3. Dragonfly (3:50)
4. Lady (4:30)
5. Greensky Greenlake (4:34)
6. Beyond The Fields We Know (9:31)
7. At The Edge Of The Wood (3:36)
8. Rocky Mountain High (4:34)
9. Untitled (1:52)
Músicas de autoria da banda.
Créditos:
Steve Kille: Bass
Mark Laughlin: Drums
Jason Simon: Guitar, Vocals

Biografia:
O singular casamento de riffs sabbathianos, porções viajantes de extáticas guitarras distorcidas e a voz aguda, sussurrante e melódica do cantor Jason Simon garantiram muitos fãs à americana Dead Meadow, tanto de rock psicodélico quanto de stoner rock, embora ingredientes de folk e pop figurem na sua fórmula o tempo todo.
Mesmo que seus membros tenham se conhecido enquanto compareciam aos shows para todas as idades do cenário punk e indie de Washington, DC, e adjacências, o som da banda é mais calcado em lendas do rock clássico, como Pink Floyd e Black Sabbath. O trio foi formado no outono de 1998, pelo cantor e guitarrista Simon, o baixista Steve Kille e o baterista Mark Laughlin, ex-integrantes das bandas indies locais Impossible 5 e Coulour. Os três decidiram se unir em torno da paixão comum pelo rock pesado do começo dos anos 70, a psicodelia sessentista e as obras dos escritores J.R.R. Tolkien e H.P. Lovecraft, abordando literatura fantástica, terror, fantasia e ficção científica.
O grupo lançou seu primeiro disco, com seis faixas, em 1999, através da gravadora Tolotta Records, de Joe Lally, baixista da Fugazi, e também, em LP, pelo selo indie Planaria Records, de Washington. Em 2001, saíram o segundo e terceiro álbuns, "Howls From The Hills" e "Dead Meadow", emitidos pela  Tolotta. Num período relativamente curto, o trio de DC recebeu ofertas para excursionar com meio  mundo, desde o descolado grupo local Make-UP até a desaforada banda psicodélica Brian Jonestown Massacre; e acabou abrindo para os veteranos da Guided By Voices. O grupo igualmente foi convidado para gravar ao vivo na BBC Radio 1, comandada pelo longevo, vanguardista e famoso disc jockey britânico John Peel. "Got Live If You Want It!" chegou às lojas em 2002; no mesmo ano, Laughlin saiu, sendo substituído por Stephen McCarty.
Em 2003, houve a transferência para a gravadora Matador, que lançou o impactante "Shivering King And Others", o melhor disco do grupo até então. Cory Shane entrou na banda a tempo de gravar "Feathers", de 2005, um álbum mais melodioso, mostrando influências folk e psicodélicas. A banda adotou uma pegada mais agressiva no seu quinto disco de estúdio, "Old Growth", editado em 2007. Em 2010 veio "Three Kings", registrando um concerto ao vivo, também filmado, na tradição de "The Song Remains The Same", da Led Zeppelin. Mais tarde, ainda em 2010, uma turnê australiana foi anunciada, com a participação do baterista fundador Marck Laughlin. A excursão estendeu-se aos Estados Unidos e Europa, marcando o retorno de Laughlin à banda, oficializado em 2011. Pacientemente, o grupo despendeu longo tempo produzindo e gravando o épico álbum duplo "Warble Womb", lançado em 2013, o primeiro disco com o lineup original desde 2001.
A reunião, porém, durou pouco: Laughlin deixou o grupo e Juan Londono assumiu a bateria. Em 2017, a Xemu Records emitiu "The Peel Sessions", um disco com seis faixas, gravado em 2000 na cidade de Arlington, Virgínia, EUA – a única Peel Session registrada fora do Reino Unido –, e originalmente lançado em vinil, com edição limitada. Março de 2018 assinalou o surgimento do álbum "The Nothing They Need", contendo uma seleção de músicas relativamente meditativas; contemplou a zoeira sonora mas não dispensou o lado folk  (Mark Deming, AllMusic; tradução livre do inglês).

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