terça-feira, 28 de maio de 2024

The Libertines - Up The Bracket

Banda: The Libertines
Disco: Up The Bracket
Ano: 2002
Gênero: Alternative Rock, Punk-Rock, Mod, Garage Rock Revival, Post-Punk Revival
Faixas:
1. Vertigo (2:37)
2. Death on the Stairs (3:24)
3. Horrorshow (2:34)
4. Time for Heroes (2:40)
5. Boys in the Band (3:42)
6. Radio America (3:44)
7. Up the Bracket (2:38)
8. Tell the King (3:24)
9. The Boy Looked at Johnny (2:38)
10. Begging (3:20)
11. The Good Old Days (2:59)
12. I Get Along (2:53)
Músicas de autoria de Peter Doherty e Carl Barât.
Créditos:
✺Peter Doherty, Carl Barât: Guitar, Vocals
✺John Hassall: Bass Guitar
✺Gary Powell: Drums

Biografia:
A Libertines, cujo som se compara aos primeiros grupos punk (Clash, Jam), foi uma das bandas mais festejadas do Reino Unido no início dos anos 2000. Sua história começou quando os fundadores Pete Doherty (nascido no dia 12 de março de 1979, em Hexham, Northumberland, Inglaterra; guitarra e vocal) e Carl Barât (nome verdadeiro: Carlos Barât, nascido no dia 6 de junho de 1978, em Basingstoke, Hampshire, Inglaterra; guitarra e vocal) se mudaram para Londres. 
Depois de construir seu repertório compondo músicas sem parar, Doherty e Barât completaram o grupo com o baterista norte-americano Gary Powell e o baixista John Hassall. O quarteto conquistou um respeitável fã-clube ao realizar uma série de shows gratuitos em locais inusitados (procedimento que permaneceu adotando mesmo após se tornar famoso). Logo depois, a Libertines assinou com a gravadora Rough Trade Records (recém-chegada ao sucesso através do grupo Strokes) e gravou um single no norte londrino com produção de Bernard Butler, ex-guitarrista da Suede. "What A Waster/I Get Along" chegou ao Top 40 do Reino Unido, aumentando o interesse por um disco longo da banda. O quarteto então começou a construir seu primeiro álbum, e, mais uma vez, contou com uma figura renomada na produção: Mick Jones, ex-guitarrista da Clash. "Up The Bracket" foi lançado em outubro de 2002, com críticas uniformemente positivas.
Dissidências internas romperam a Libertines em junho de 2003 (Doherty não recebeu convite para acompanhar os demais membros numa turnê europeia). Numa reviravolta bizarra, Doherty acabou preso seis meses após ser considerado culpado de invadir o apartamento de Barât e furtar vários itens. Depois de solto, ele reatou a parceria com Barât e ambos se embrenharam no País de Gales para compor material novo. Doherty ressurgiu no início de 2004 para colaborar com o excêntrico artista Wolfman, e os dois emplacaram um sucesso surpreendente no Top 10 com o excelente single "For Lovers". Os contínuos problemas pessoais de Doherty interromperam as gravações do segundo álbum da Libertines; ele foi preso novamente em junho de 2004 sob a acusação de portar um canivete de mola. Saiu então da banda pela segunda vez, mas sua pena de doze meses, por porte de arma, resultou suspensa. 
Doherty passou a se concentrar em sua nova banda, Babyshambles, que conseguiu colocar o single "Killamangiro" no Top 10 do Reino Unido ao término de 2004. Durante esse período, a notória drogadição de Doherty e o seu relacionamento conturbado com a supermodelo Kate Moss tornaram-no uma presença quase permanente nas primeiras páginas dos tabloides britânicos. Ele ficou mais uma vez atrás das grades em fevereiro de 2005, sob a acusação de roubo e chantagem, após atacar o cineasta Max Carlish, que rodava um documentário sobre a Libertines. As acusações, no entanto, foram retiradas mais tarde (The Encyclopedia Of Popular Music. Compiled and edited by Colin Larkin. New York: Omnibus Press, 2007, p. 851; tradução livre do inglês).

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