sábado, 19 de maio de 2018

Indigenous - Things We Do

Banda: Indigenous
Disco: Things We Do
Ano: 1998
Gênero: Blues Rock, Electric Blues, Swamp Blues
Faixas:
1. Things We Do (4:53)
2. Got To Tell You (4:32)
3. Now That You're Gone (3:53)
4. Blues This Morning (3:23)
5. Bring Back That Day (5:07)
6. Nothing I Can Do (5:46)
7. Begin To Wonder (3:35)
8. How Far (5:10)
9. What's Goin' On (3:32)
10. Don't Take Your Time (3:04)
11. Holdin' Out (5:13)
12. Another Yesterday (3:07)
Músicas de autoria da banda.
Créditos:
Mato Naji: Guitars, Vocals
Wanbdi: Drums, Vocals
Pte: Bass, Vocals
Horse: Percussion, Congas

Biografia:
A biografia da banda, que segue, em tradução livre do inglês, foi extraída do site Oldies, que, por sua vez, cita, como fonte primária do texto, a Encyclopedia Of Popular Music, de Colin Larkin (sob licença da editora Muze).
Rock pesado bluseiro não está geralmente associado a índios americanos, mas bandas como a Indigenous provam que isso não é um dogma. Originários da Nakota Sioux Nation, os membros da Indigenous foram criados na Reserva Indígena Yankton, em Dakota do Sul, EUA, e envolvem dois irmãos, Mato Nanji (vocais e guitarra) e Pte (baixo), uma irmã, Wandbi (bateria), e um primo, Horse (percussão). Desde cedo, os três irmãos foram influenciados pelo seu pai, Greg Zephier, um nativo americano ativista dos direitos humanos e fã de música, que lhes proporcionou escutar Carlos Santana, Buddy Guy e Jimi Hendrix. Amy Ray, da Indigo Girls, convidou o quarteto para contribuir com uma música no CD beneficente que ela estava organizando, "Honor The Earth", lançado em 1997, que resultou no interesse da gravadora pela banda. Seguiu-se um contrato com a gravadora Pachyderm, com o consequente lançamento do primeiro disco do grupo, "Things We Do", em 1998. Um ano depois, veio o chamado  para integrar a comitiva de B.B. King na sua turnê habitual, Blues Festival, ao lado de renomados bluseiros: Jimmie Vaughan, Taj Mahal e Robert Cray.
Elogios logo começaram a surgir acerca da brilhante atuação do guitarrista Nanji, que chegou a ser comparado a Hendrix e Stevie Ray Vaughan. Novos discos pela Pachyderm continuaram saindo: "Blues This Morning", EP de 1998 (nota minha: no original, consta, erroneamente, o ano de 1999), "Live At Pachyderm Studio", disco longo com sessões ao vivo em estúdio, também de 1998, álbuns que só fizeram aumentar o burburinho em torno da Indigenous. Para a gravação do seu terceiro álbum, "Circle", de 2000, a banda uniu-se a Doyle Bramhall, velho amigo e colaborador de Stevie Ray Vaughan, que recebeu crédito como co-produtor. Transferindo-se, finalmente, para a grande gravadora Jive Records, a Indigenous lançou seu quarto disco, homônimo, durante o verão de 2003, executado ao vivo no estúdio.

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