domingo, 13 de agosto de 2017

Moving Oos - Discografia básica

Banda: Moving Oos
Gênero: Blues Rock, Classic Rock, Hard Rock


Disco: Peace And Love
Ano: 2007
Faixas:
1. Eight Miles High (4:15)
2. Minister Of Love (3:36)
3. Never Let You Down (3:28)
4. House Of Cards (3:30)
5. Prisoner (5:17)
6. Stronger (3:21)
7. Promised Land (4:05)
8. Romancer (4:15)
9. Turnback Time (6:32)
10. Demon Machine (6:51)
11. Natural Man (5:39)
Não se conseguiu descobrir a autoria das músicas.    
Créditos:
Frankie Castello (a.k.a. Frank Reppen): Vocals
Jimmy Kruder (a.k.a. Per Borten): Guitar
Leslie Hammond (a.k.a. Haakon-Marius Pettersen): Keyboards
Roger Houston (a.k.a. Eirik Øien): Bass
Sonny Cute (a.k.a. Even Granås): Drums
Tony Cabaza (a.k.a. Tom Kenneth Alte): Percussion
Norma Lee (a.k.a. Kirsti Huke): Vocals
Lynn Gordon (a.k.a. Siri Gjære): Vocals

Disco: ...And Understanding
Ano: 2008
Faixas:
1. Catch Me When I Fall (3:05)
2. Hard To Please (3:21)
3. Spellbound (4:24)
4. Nº 1 (3:45)
5. High Times (3:13)
6. Rescue Me (3:56)
7. 2nd Chance (3:39)
8. Biggest Secret (5:34)        
9. Open Door (3:50)
10. Favorite Season (5:55)
11. Jimmy's Song (6:26)
Não se conseguiu descobrir a autoria das músicas.
Créditos (presumíveis):
Frankie Castello: Vocals
Jimmy Kruder: Guitar
Leslie Hammond: Keyboards
Roger Houston: Bass
Sonny Cute: Drums
Tony Cabaza: Percussion
Norma Lee: Vocals
Lynn Gordon: Vocals

Disco: The Return Of The Moving Oos
Ano: 2010
Faixas:
1. Revelations (3:30)
2. Rapunzel (4:56)
3. Diamond Eyes (5:59)
4. Heart Of The Sun (4:26)
5. Illinois (5:19)
6. Sleepwaker (4:06)
7. End Of The Line (4:12)
8. Heads Down (3:30)
9. My Chaperone (13:28)
10. I Surrender (5:12)
Não se conseguiu descobrir a autoria das músicas.
Créditos:
Frank Reppen: Lead Vocals
Per Borten: Guitars
Haakon Marius Pettersen: Keyboards
Ole Thomas Kolberg: Drums
Helge Fyrileiv Guldvik: Rhythm Guitars
Eirik Øien: Bass Guitar
Tom Kenneth Alte: Percussion


Biografia:
Saiu na imprensa, em junho 2010, a Moving Oos (nota minha: banda norueguesa) voltou! É o que diz o título do seu novo disco, e o retorno mostra a banda em nova roupagem, mantendo suas raízes mas se reinventando. "The Return of Moving Oos" é o melhor álbum do grupo, e deve angariar novos fãs, além de manter os antigos. Quando a banda se dirigiu para o estúdio pela primeira vez sem seu coral feminino, supunha-se um disco mais masculino e dimensionado.
Felizmente, não foi o que ocorreu, e a expectativa inicial acabou substituída por uma grata surpresa. A faixa de abertura, "Revelations", estabelece um padrão melódico que lembra o seu sucesso arrasa-quarteirão "Romancer" (nota minha: do disco "Peace And Love", de 2007), e a faixa seguinte, "Rapunzel", segue na mesma trilha até terminar numa lenta jam stoner. A Moving Oos vai nos deixando em pé, e a trinca inicial culmina com "Diamond Eyes", talvez a melhor canção da banda até agora. O cantor Frank Reppen está melhor do que nunca, e a canção mistura elementos de spacerock com refinada melodia e instrumentação, abrindo caminho para levar o ouvinte ao estilo "Cadillac" (nota minha: uma antiga banda de Per Borten, membro da Moving Oos, que, por sinal, tem a sua discografia postada aqui).
"The Return of Moving Oos" é o sexto disco longo de Per Borten como líder dos grupos Moving Oos, New Violators e Cadillac, e coloca-o firmemente na parte superior do pódio. Borten, como compositor, utiliza uma ampla gama de influências, como o clássico southern rock, mas sem deixar de lado, naturalmente, a valorizada música popular. O resultado é rico em conteúdo, intenso, inovador e, bem... simplesmente magnífico. Por longos períodos, a costa oeste americana parece comodamente perto, como se uma descontraída atmosfera flutuante nos deixasse a poucos passos do suado e frenético gospel/soul/rock que a banda despeja em grande quantidade. Isso também nos é servido, embora em doses menores e bem proporcionadas. Perto do final, há outro destaque da Moving Oos: "My Chaperone", onde uma linha melódica simples é aperfeiçoada, expandindo-se pelos canais auditivos até chegar ao cérebro, através de 14 minutos de uma obra-prima psicodélica. A Oos está de volta, e ainda se movendo em mais de uma maneira... (myspace; tradução livre do inglês).

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