quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

The Jon Spencer Blues Explosion - The Jon Spencer Blues Explosion

Banda: The Jon Spencer Blues Explosion
Disco: The Jon Spencer Blues Explosion
Ano: 1992
Gênero: Alternative Rock, Garage Punk, Punk Blues
Faixas:
1. Write A Song (1:53)
2. I.E.V. (1:45)
3. Exploder (2:00)
4. Rachel (2:25)
5. Chicken Walk (2:53)
6. White Tail (2:31)
7. '78 Style (1:26)
8. Changed (1:05)
9. What To Do (2:12)
10. Eye To Eye (1:43)
11. Eliza Jane (2:02)
12. History Of Sex (1:46)
13. Comeback (3:12)
14. Support-A-Man (2:00)
15. Maynard Ave. (1:57)
16. Feeling Of Love (1:48)
17. Vacuum Of Loneliness (3:02)
18. Intro A (0:52)
19. Biological (2:10)
20. Water Main (1:51)
Músicas de autoria da banda.
Créditos:
Judah Bauer: Guitar, Vocals
Russell Simins: Drums
Jon Spencer: Vocals, Guitar, Theremin
Músicos adicionais:
Kurt Hoffman: Tenor Saxophone
John Linnell: Baritone Saxophone
Frank London: Trumpet
http://tinyurl.com/hxefan8

Biografia:
Quando a barulhenta banda Pussy Galore, de Washington, DC, EUA, terminou seu reinado de cinco anos de zoeira, o cantor e guitarrista Jon Spencer (nascido em Hanover, New Hampshire, EUA) realinhou-se com Russell Simins (bateria, ex-Honeymoon Killers) e Judah Bauer (guitarra) para formar um trio que iria subverter as regras do rock alternativo, a par de demonstrar uma manifesta devoção às raízes básicas do R&B.
Nas primeiras gravações minimalistas da banda, a sonoridade abundante do baixo (ocasionalmente ampliada por improvisações de Spencer no theremin [nota minha: nome de um instrumento musical intraduzível]) lembrava, em menor escala, uma variante menos acabada da banda anterior de Spencer, porém os sucessivos discos acrescentaram novos elementos de blues, soul e rockabilly. "Orange", de 1994, misturou uma seção de cordas reminiscente de Isaac Hayes com toques de hip-hop, incluindo um rap esquisito cantado por Beck. O malandro menestrel Beck também se envolveu no interessante, mas, em última análise, insatisfatório EP "Experimental Remixes", na companhia dos músicos Mike D, da Beastie Boys, Genius, da Wu-Tang Clan, e Moby.
Paralelamente ao seu trabalho com a Blues Explosion, Spencer tocou na Boss Hog, uma banda de rock alternativo mais convencional, com sua mulher Cristina Martinez (ex-integrante da Pussy Galore) e o baterista Charlie Ondras. E, com a Blues Explosion completa, deu suporte musical a R.L. Burnside, uma legenda bluseira, no seu inovador disco, "A Ass Pocket O' Whiskey" (nota minha: lançado em 1996), um trabalho comparado por alguns com o álbum de John Lee Hooker associado à Canned Heat.
Um contrato de distribuição europeia com a gravadora Mute Records, sediada em Londres, Inglaterra, ganhou previsão como o anúncio de uma diminuição gradativa das incursões da banda no R&B, mas "Now I Got Worry", de 1996, apresentou "Chicken Dog", uma colaboração com o seminal Rufus Thomas. O disco seguinte, "Acme", teve produção de Steve Albini e contou com uma extensa lista de convidados, destacando-se Alec Empire, Jim Dickinson e Calvin Johnson. Em 2004, a banda rompeu a duradoura relação com a gravadora americana Matador Records e assinou com o selo Sanctuary Records. Seu álbum posterior, "Damage", saiu com a denominação Blues Explosion, tão-somente. A Jon Spencer Blues Explosion continua a fazer parte de um seleto círculo, junto com Beck, Beastie Boys e alguns outros, que consegue fundir música de raiz com som indie e agradar os partidários das duas correntes (The Enclyclopedia Of Popular Music. Compiled and edited by Colin Larkin. New York: Omnibus Press, 2007, p. 1307; tradução livre do inglês).

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