domingo, 9 de agosto de 2015

S.U.N. - Something Unto Nothing

 
Banda: S.U.N.
Disco: Something Unto Nothing
Ano: 2012
Gênero: Blues Rock, Hard Rock
Faixas:
1. Burned (4:22)
2. Crazy Head (3:23)
3. Nomad (4:51)
4. Did Me No Good (3:44)
5. Mobile Again (3:58)
6. I'm The One (3:33)
7. If I Was You (3:40)
8. The Beginning Of The End (The Journey Of The Phrygians From Madrid) (2:12)
9. Razed (5:07)
10. Wide Ocean (4:21)
11. No Way Home (3:41)
12. Something Unto Nothing (6:53)
13. Goodbye (2:55)
Músicas de autoria de Sass Jordan, Brian Tichy e Michael Devin.
Créditos:
Sass Jordan: Vocals
Brian Thomas Tichy: Guitar, Bass, Drums
Michael Devin: Bass, Harp
Tommy Stewart: Drums
http://txt.do/a0hb2

Resenha:
Inicialmente, os membros da Something Unto Nothing (S.U.N.) concordaram que, para compor as melhores canções possíveis, livres de tendências, precisavam se isolar. E, nas montanhas de Canyon Country, encontraram uma velha e abandonada cabana. Ocuparam-na, com suprimentos para duas semanas, e começaram a compor músicas para um disco inteiro. O resultado foi o álbum homônimo "S.U.N.", recentemente lançado.


A banda é o que se costuma chamar de supergrupo: cada integrante fez parte de várias outras bandas bastante conhecidas. Brian Tichy, guitarrista, e Michael Devin, baixista, tocaram na Whitesnake (Tichy atualmente toca bateria), ao lado de muitos outros medalhões. Tommy Stewart, baterista, já empunhou as baquetas nos grupos Godsmack e Fuel, e Sass Jordan, vocalista, é uma artista canadense, vencedora do Juno Award e ganhadora do disco de platina.
A vigorosa e energética voz de Jordan destaca-se no disco, com várias passagens à capela em "Burned". As faixas fundem blues e rock, que se encaixam à perfeição ao vozeirão de Jordan e à inflamada guitarra de Tichy. O baixo de Michael Devin é preciso e forte, contribuindo para a intensidade dos tambores de Stewart.


Ajustadas ao gênero blues rock, as 13 faixas incluem boogie rock ("No Way Home") e harmonias de guitarra que remetem à sonoridade southern setentista, mas com modernas afinações e pesadas distorções. Os músicos são incomparavelmente mais hábeis do que a média das bandas de blues rock, e o baixo e a guitarra realmente brilham quando ecoam irmanados numa tonalidade alta. 
A maior surpresa vem da faixa-título, uma canção de sete minutos repleta de harmonias vocais que podem apresentar alguma dificuldade de recriação numa sessão ao vivo. E "I'm The One" é o single que está bombando em todo o país (Hilary Mahoney, Screamer Magazine; tradução livre do inglês).

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