sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Mississippi Cactus - Frank & Irene's

Banda: Mississippi Cactus
Disco: Frank & Irene's
Ano: 2002
Gênero: Blues Rock, Southern Rock
Faixas:
1. If You're Gonna Go... (You Better Go Right Now) (B. Kasprzak, M. Kasprzak, M. Friedl) 0:29
2. Studio Tech #40 (B. Kasprzak, Mississippi Cactus) 3:32
3. Dennis Git Sum (B. Kasprzak, Mississippi Cactus) 3:43
4. Runnin' From The Law (M. Friedl) 2:15
5. Paradise Isle (B. Kasprzak) 3:56
6. Barlovento (B. Kasprzak) 5:33
7. Intermission (0:20)
8. ...Still Runnin' (Friedl) 2:04
9. Burnout Blues (B. Kasprzak) 3:17
10. Cherry Coke (B. Kasprzak) 5:07
11. Squeenaneena (B. Kasprzak) 4:55
12. Majestic Pines pt I (B. Kasprzak) 4:46
13. pt II (B. Kasprzak)/Bequadro (M. Meixner) (24:39)
Créditos:
Mike Kasprzak: Drums, Harmonica (faixa 1), Foot Stomp (faixa 1), Background Vocals (faixa 2), Hand Claps (faixas 2, 4), Shakers (faixas 3, 6), Whistle (faixa 6), Castanettes (faixa 6), Timbales (faixa 6), Guiro (faixa 6), Tambourine (faixa 9)
Nate Ohzourk: Bass Guitar, Background Vocals (faixa 2), Hand Claps (faixas 2, 4)
Mike Friedl: Lead Guitar, Guitar, Acoustic Guitar (faixa 1), Piano (faixa 2), Background Vocals (faixa 2), Hand Claps (faixas 2, 4), Nylon Guitar (faixa 6)
Brian Kasprzak: Electric Guitar, Acoustic Guitar, Slide Guitar (faixa 1), Vocals (faixas 1, 2, 3, 6, 9, 10), Lap Steel (faixa 2), Shakers (faixas 2, 3, 6, 11), Washboard (faixa 2), Sleigh Bell (faixa 2), Baritone Guitar (faixa 2), Tambourine (faixa 3), Hand Claps (faixa 4), Background Vocals (faixas 5, 10), 12-String Acoustic Guitar (faixa 6), Lead Organ (faixas 10, 11), Moog (faixa 10), Arp Synthesizers (faixa 10), Theremin (faixas 10, 11), Cascio (faixa 11), Keyboard (faixa 11), Guiro (faixa 11), Marimba (faixa 11), Vibes (faixas 11, 13), Electric Sitar (faixas 11, 13), Wine Glasses (faixa 11), Space Guitar (faixa 13), Optigan (faixa 13), Tympani (faixa 13)
Músicos adicionais:
Jeff Hamilton: Hand Claps (faixa 2), Tambourine (faixa 2), Cabasa (faixa 3), Hesher Guitar (faixa 4), Mandolin (faixa 6), Vibes (faixa 6), Background Vocals (faixa 10), Optigan (faixas 11, 13), Spring Reverb Explosions (faixa 11), Bass Guitar (faixa 13), 1st Guitar Solo (faixa 13), E-bow Gtr (faixa 13)
Squig: Background Vocals (faixas 3, 9), Vocals (faixa 5)
Matt Meixner: Hammond Organ (faixas 3, 10, 13), Clavinet (faixa 3), Piano (faixas 4, 10, 13), Synthesizer (faixas 10, 13), Electric Piano (faixa 13)
Todd Potrowski: Hand Claps (faixa 4)
Bert Zweber: Hand Claps (faixa 4)
Tom Presser: Congas (faixa 6), Bongos (faixa 6), Cowbell (faixa 6), Shakeré (faixa 6)
Cecilo Negron Jr.: Quinto (faixa 6), Timbales (faixa 6)
Greg Garcia: Solo Trumpet (faixa 6)
Kevin Sinclair: Tenor Saxophone (faixa 6), Saxophone [Baritone, Alto, Tenor] (faixa 9), Alto Saxophone (faixa 11)
Glenn Marczewski, Jr.: Alto Saxophone (faixas 6, 9, 11)
Jamie Briewick: Trumpet (faixa 6)
Mike Pauers: Baritone Saxophone (faixa 6)
Ryan Osheim: Harmonica (faixa 9)
Yetunde Bronson: Background Vocals (faixa 10)
Ben Lux: Violin (faixa 10, Intro), Violin (faixa 13)
Paul Gmeinder: Cello (faixa 13)
http://freetexthost.com/5kxwq0cf1m

Resenha:
Banda de roots rock de Milwaukee, Wisconsin, EUA, a Mississippi Cactus estreou em estúdio homenageando muitos gigantes do rock and roll dos anos 60 e 70 com o disco "Frank & Irene's". "Studio Tech #40" é um blues roqueiro soando como a Rolling Stones do início dos anos 70, e é imediatamente seguida por "Dennis Git Some", que se assemelha a Aerosmith e Black Crowes.


O guitarrista solo Mike Friedl começa a brilhar na crepitante pseudorockabilly instrumental "Running From The Law". É quando ele se desinibe que a banda cria uma identidade duradoura e a promessa torna-se realidade. O trabalho de guitarra em "Paradise Isle" combina a crua energia da Cream com o rock pós-grunge dos anos 90. Um pequeno tropeço acontece com "Barloventro", que parece um Santana amenizado ou uma peça de Jesse Cook.


A música é agradável, mas não se desenvolve e fica desencaixada perante as canções que a precedem. Uma revisita ao som instrumental, desta vez chamada "Still Runin'", não se empenha muito para devolver "Frank & Irene's" de volta aos trilhos; todavia, "Burnout Blues" é um rock funqueiro com metais que corrige o lapso momentâneo. Infelizmente (talvez devido à falta de material ou à vontade de espelhar diversidade), a faixa seguinte, "Cherry Coke," mostra-se completamente descartável.


Trata-se de uma música doo-wop (nota minha: segundo a Wikipedia, "é um estilo de música vocal baseado no rhythm and blues") moderna, com longos cinco minutos, e mais deslocada do que "Barloventro". "Squeenaneena" é uma peculiar e sinuosa canção, bastante afastada do blues e do southern que imperam na primeira parte do álbum. "Majestic Pines", por sua vez, lembra a Allman Brothers Band, situando-se na zona de conforto da banda. Mississippi Cactus é definitivamente uma banda talentosa, cujo conhecimento e apreço pelo roots rock é palpável, mas a impressão é que a banda tentou ser abrangente demais, principalmente na segunda metade do disco. Um pouco mais de foco e autocrítica lhe fariam muito bem (Dave Sleger, AllMusic; tradução livre do inglês).

Nenhum comentário:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...