quinta-feira, 25 de junho de 2015

Homunculus - Discografia básica

Banda: Homunculus
Gênero: Alternative Rock, Indie Rock


Disco: Homunculus
Ano: 1997
Faixas:
1. Something Larger (4:08)
2. Okay (5:56)
3. Brighter Than The Sun (6:47)
4. Strange Shoes (4:01)
5. No Wonder (6:22)
6. B-town (5:27)
7. Hid Behind The Wind (3:35)
8. Red Truck (4:17)
9. In The Arms Of Father Time (8:01)
10. Main Event (5:24)
11. Comfort And Convenience (4:44)
12. Sleep (7:30)
Músicas de autoria da banda.
Créditos:
Christopher "Cupcake" Ellison: Drums, Percussion
Kevin Shima: Guitars, Vocals
Matt Wilson: Guitars, Vocals, Vibraslap
Christopher "Gil" Gilmartin: Bass Guitar, Harmonica, Vocals
Benjamin Doepke: Keyboards, Vocals, Nose Flute
Participações especiais:
Mitch Gertz: Tambourine ("Hid Behind The Wind")
Mark Cobb: Djembe ("Hid Behind The Wind")
Bill Kissel: Flute ("Father Time")
http://freetexthost.com/4xajsa4dpw

Disco: The Pulse Of Directed Devotion
Ano: 1998
Faixas:
1. Get Outta The Way (8:01)
2. 70 West (4:25)
3. Cornelia (3:37)
4. The Basic Word (3:13)
5. The Daily Grind (0:33)
6. A Little Time To Get Down (8:09)
7. After All That (6:00)
8. Liberation (5:22)
9. [Unknown] (8:18)
Músicas de autoria da banda.
Créditos:
Christopher Ellison: Drums, Percussion
Kevin Shima: Guitars, Vocals
Matthew Wilson: Guitars, Vocals
Christopher "Gil" Gilmartin: Bass Guitar, Vocals
Benjamin Doepke: Keyboards, Vocals
Músicos adicionais:
Jason Barney: Percussion
Janell Cox: Vocals ("After All That")
Mark "House" Milholland: Reverse Cymbal ("After All That")
http://freetexthost.com/xjan6e6chs

Disco: Words
Ano: 2001
Faixas:
1. Here And There (3:36)
2. Kitten Got Claws (3:47)
3. Your Own Design (2:55)
4. Deep South Beach (3:30)
5. Stargazing (3:14)
6. Time In A Can (3:30)
7. Walking Home (3:59)
8. When Sheila Dances (4:22)
9. Everything (3:54)
10. Perfect Routine (4:45)
11. Okay (4:53)
Músicas de autoria da banda.
Créditos:
Christopher "Cupcake" Ellison: Drums
Kevin Shima: Guitar, Vocals
Benjamin Doepke: Keyboards, Vocals
Adam Schoen: Bass, Vocals
http://freetexthost.com/vio3e02ufg


Biografia:
O texto a seguir foi retirado do site da Homunculus (agora em versão abreviada) e traduzido livremente do inglês.
O mundo era um lugar diferente no outono de 1995. O julgamento/escândalo de O. J. Simpson ainda cativava milhões de telespectadores, Alanis Morissette vendia cópias do seu disco "Jagged Little Pill" como se fossem bilhetes para o paraíso e ninguém nunca tinha ouvido falar dos talibãs.
A esta altura, em um porão isolado e mal-iluminado em Bloomington, Indiana, nascia a Homunculus.


Forjada numa incendiária combinação da sensibilidade do pop, da habilidade do funk, da criatividade com estilo e da versatilidade e intensidade das jam bands, a Homunculus estava executando um movimento de ataque. O alvo: todo mundo; todo mundo que queria mais da sua música roqueira do que um pós-grunge caricato poderia fornecer; todo mundo que ansiava acompanhar suas melodias com alto astral, sem dar bola para os grupos pop de sucesso; todo mundo que queria a sua música por ser visceral, cerebral, importante e, mais do que tudo, vital.
E foi assim que a Homunculus percorreu o campo de buraco em buraco, de pub em pub, de boate em boate até acumular um número de seguidores respeitável e leal. Sua musicalidade extraordinária evidenciou-se quando a banda começou a tocar ao vivo longas jams, e seus medleys frequentemente emocionavam o público, deixando o grupo muito contente.
O lançamento, em 1997, do seu homônimo álbum de estréia rendeu um modesto sucesso e uma ampla aclamação, e a banda continuou a conquistar novos fãs com seus fenomenais shows ao vivo e o seu cativante e incomparável som.


Em 1998, a banda lançou "The Pulse Of Directed Devotion", que continha uma coleção de músicas menor do que o primeiro disco, mas mais madura. "Pulse" sugeria vários caminhos musicais para a Homunculus, sem, no entanto, fixar compromisso com nenhum deles. O sucesso regional do álbum fez a banda progredir e começar a arrebentar em mercados maiores.
Perto do final de 1998, a Homunculus mudou-se para Cincinnati e intensificou sua agenda de shows. A banda era agora a atração principal das casas noturnas de Chicago e Nova York e o seu futuro parecia mais brilhante do que nunca. Infelizmente, em 1999, algumas mudanças no seu elenco dificultaram o processo de composição das musicas, e o próximo ano passou sem o lançamento de material novo. A Homunculus, no entanto, agradeceu a fidelidade dos seus fãs com o lançamento de "Live From The Wetlands Preserve", uma espécie de tapa-buraco entre os álbuns de estúdio.


Mas enquanto 2000 pareceu dar tão poucos frutos quanto um novo disco, seus shows eram melhores do que nunca. E, felizmente, a banda encontrou tempo para escrever e gravar o que se tornaria seu melhor álbum até então. Com o lançamento de "Words", em 2001, a Homunculus verdadeiramente entrou para o seleto time dos grandes grupos, escrevendo composições requintadas e originais.
Mas o que faz "Words" tão brilhante é isto: pela primeira vez, a Homunculus captou um som e um estilo que é verdadeiramente só seu. Eu sempre fiquei sem palavras para descrever a Homunculus para as pessoas que jamais a escutaram (ou ouvido falar dela), mas, afortunadamente, "Words" conseguiu dar-lhes uma boa indicação. E se é para julgar uma banda pelo progresso que ela faz de um disco para outro, então a Homunculus encontra-se atualmente no banco do motorista e a estrada à sua frente está parecendo realmente brilhante (S. K. Chowdhury - Chicago).

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