sexta-feira, 20 de março de 2015

The Semantics - Powerbill

Front
Banda: The Semantics
Disco: Powerbill
Ano: 1996
Gênero: Alternative Rock, Powerpop
Faixas:
1. Sticks And Stones (3:03)
2. Future For You (2:52)
3. Coming Up Roses (3:36)
4. Jenny Won't Play Fair (2:39)
5. Average American (3:24)
6. Don't Say Goodbye (4:13)
7. The Sky Is Falling (2:58)
8. Black And Blue (3:10)
9. Johnny Come Lately (3:07)
10. Life Goes On (3:02)
11. Glasses And Braces (3:24)
Músicas de autoria de Millard Powers, menos "Coming Up Roses", composta por Will Owsley e Millard Powers.
Créditos:
Will Owsley: Vocals, Guitar, Bass, Keyboards
Millard Powers: Vocals, Bass, Guitar, Keyboards
Zak Starkey: Drums
http://freetexthost.com/y6yo3e66se

Biografia:
Quando a Semantics se formou, em Nashville, Tennessee, EUA, no início dos anos 90, seu vigoroso e acessível powerpop sulista parecia destinado a figurar nos compêndios da história do gênero ao lado de verbetes como dB's e Let's Active. Liderada por William Owsley III e Millard Powers, compositores e vocalistas, a banda, inicialmente, passou a gravar demos para o seu primeiro disco com um então desconhecido baterista chamado Ben Folds, que – ao contrário do que reza a lenda – nunca integrou oficialmente a Semantics.


Folds logo saiu para formar a Ben Folds Five, tendo sido substituído por Zak Starkey, filho de Ringo Starr. O grupo assinou com a Geffen e gravou o LP "Powerbill", mas semanas antes de lançá-lo, em 1993, a gravadora decidiu engavetá-lo, ocasionando a extinção da banda. Em princípio, a história acabaria por aqui. Starkey, porém, excursionou com seu pai e depois uniu-se à Lightning Seeds como baterista efetivo. Amy Grant, uma amiga do Tennessee e na época uma famosa cantora, obteve de Starkey uma cópia de "Powerbill", gostou do que ouviu e, em seguida ao arquivamento da gravação, convidou Owsley para acompanhá-la nas turnês. Em 1996, enquanto a Ben Folds Five tornava-se uma estrela mundial do rock alternativo, "Powerbill" foi lançado no Japão e vendeu mais de 20.000 cópias, mesmo sem a banda divulgar o álbum, logicamente, porquanto já dissolvida.

1

Owsley e Millard Powers gravaram discos solos, mas pagavam suas contas atuando como músicos profissionais para artistas como Amy Grant e Charlotte Church. Owsley lançou seu primeiro disco individual em 1998, depois relançado em 1999, com nova capa e melhor distribuído, gerando um relativo sucesso com a endiabrada "I'm Alright". O debute solo de Powers saiu pouco depois. E os dois discos continham, pelo menos, uma canção do álbum "Powerbill". Em 2011, Powers tocou baixo numa turnê de Folds, então em carreira individual, o que lhe propiciou maior exposição e novos admiradores. Após o razoável sucesso do disco de estreia de Owsley e a divulgação do trabalho de Powers com Folds, as cópias japonesas de "Powerbill", àquela altura fora de catálogo, transformaram-se em peças cultuadas de colecionadores, e o álbum, ainda que tardiamente, caracterizou-se como um dos registros mais influentes do powerpop da década de 90 (Jason Damas, AllMusic; tradução livre do inglês).

2 comentários:

bobbysu disse...

thank you so much

Indignaldo Silva disse...

You're welcome, bobbysu.

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