domingo, 30 de novembro de 2014

moe. - Fatboy

Cover
Banda: moe.
Disco: Fatboy
Ano: 1992
Gênero: Jam Bands
Faixas:
1. Y.O.Y. (Garvey) 5:14
2. Long Island Girls Rule (Derhak) 4:54
3. Dr. Graffenberg (Derhak) 5:25
4. Don't Fuck With Flo (Derhak) 4:57
5. Yodelittle (Schnier) 9:13
6. Spine Of A Dog (Derhak, Garvey) 5:00
7. Sensory Deprivation Bank (Derhak) 4:51
8. The Battle Of Benny Hill (moe.) 1:52
Créditos:
Rob Derhak: Bass, Vocals
Chuck Garvey: Guitar, Vocals
Al Schnier: Guitar, Vocals
Ray Schwartz: Drums
https://mega.co.nz/#!s54jGKCZ!dGMsp0sEYCCvYUW0g2laENlvoU8qysRPPHYdi6MKVqA

Biografia:
A biografia da banda, que segue, em tradução livre do inglês, foi extraída do seu site.
A moe. é uma proeminente banda de rock progressivo do cenário musical da atualidade - um quinteto de músicos reputados internacionalmente, cuja criativa produção iguala-se à sua longevidade. Com uma carreira notável de três décadas e uma discografia de 24 álbuns - gravando agora para a Sugar Hill Records -, integrada por Al Schnier e Chuck Garvey nas guitarras e vocais, Rob Derhak no baixo e vocais, Jim Loughlin na percussão e vibrafone e Vinnie Amico na bateria, a banda permanece disposta a aprimorar sua performance cada vez mais.

7
Seja em turnês mundiais, brilhando em festivais de música ou dividindo o palco com inúmeros artistas, como Allman Brothers, Dave Matthews Band, The Who, Robert Plant, Government Mule ou Blues Traveler, entre muitos outros, o que mantém a moe. na vanguarda da cena musical não é apenas a energia e a vitalidade das suas canções, mas também a destreza do grupo em executá-las. Sua música é engenhosa, harmoniosa, refinada, repleta de "furiosos riffs de guitarra" e "ritmos intrincados" (Relix); suas apresentações são divertidas, hipnóticas e épicas.

8
Do seu começo humilde e discreto como banda de bar em Buffalo, NY, até virar a atração principal da Radio City Music Hall na véspera do Ano Novo, a moe. trabalhou duro, com perseverança e dedicação. Elogios da crítica e sólidos fã-clubes nacional e internacional resultaram num público devotado que cresce a cada ano. A revista Rolling Stone arrolou Chuck e Al entre os vinte melhores novos "deuses da guitarra". A dupla tem-se destacado nas publicações Guitar World e Modern Guitar. Jim e Vinnie, por seu turno, salientam-se no magazine Drum!. E Rob não fica atrás no periódico Bass Player. As atuações de Al e Chuck nas guitarras já se tornaram lendárias. O trabalho de Jim na percussão e no vibrafone ostenta brilhantismo. E magistral é o toque suave do baixo de Rob. Por sua vez, a solidez e a eficiência da bateria de Vinnie são extraordinárias. Juntos, os cinco criam uma sinergia musical maior do que a soma das suas individualidades.

3
As notícias sobre a moe. têm sido sempre boas, tanto a respeito do seu trabalho em estúdio, quanto no tocante às suas excursões. Um novo disco, o segundo pela Sugar Hill Records, tem lançamento previsto para 2014. Virá depois do aclamado álbum "What Happened To The LA LAs", de 2012, e da coletânea "Smash Hits, Volume One", de 2010, uma regravação de alguns dos mais cativantes clássicos da banda. A agenda de turnês do grupo é extensa: apresentações em locais pequenos e grandes, de NYC a LA, San Francisco a Atlanta, Chicago a Boston, de Tokyo a Toronto, e cruzando o Pacífico até Paris, Amsterdã, Londres, Hamburgo e Milão. Há muito tempo participando de festivais de música, a moe. apresentou-se com destaque em Bonnaroo, All Good e High Sierra, nos Estados Unidos, no Fuji Rock Festival, no Japão, e no Burg Herzberg, na Alemanha, para citar alguns; e ainda arrumou tempo para tocar nos seus próprios festivais: Summer Camp, Snoe.down e moe.down.

10
No final das contas, a moe. - descrita pela Rolling Stone como uma "legendária jam band" - representa o que o rock-and-roll tem de melhor. Isso é uma boa notícia para a sua fiel e cada vez maior legião de admiradores. E melhor ainda para o mundo do rock and roll, porque a moe. está sempre aperfeiçoando o seu processo criativo.

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