quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Sandy Dillon - Living In Dreams (Whit Ray Majors And David Coulter)

Cover
Músico: Sandy Dillon
Disco: Living In Dreams (Whit Ray Majors And David Coulter)
Ano: 2008
Gênero: Blues, Alternative Blues, Experimental Rock
Faixas:
1. Can't Afford To Lose My Man (Ernest Lawler, Lizzi Douglas) 3:31
2. Goin' Down Hades (Sandy Dillon) 3:10
3. Graves (Sandy Dillon) 5:51
4. Bad Luck Blues (Ray Majors, Blind Lemon Jefferson) 7:35
5. High Flying Bird (Billy Ed Wheeler) 3:25
6. Lilly's Hurt Me Blues (Sandy Dillon, Ray Majors) 5:34
7. Chocolate Shake (Duke Ellington) 2:39
8. Saliva Gland (Sandy Dillon) 4:44
9. Sporting Life Blues (Sandy Dillon) 2:28
10. Living In Dreams (Sandy Dillon) 7:11
Créditos:
Sandy Dillon: Vocals, Fender Rhodes 73, Harmonium, Hammond, Vocals Scats, Rants
Ray Majors: Slide Dobro, 9 String Cittern, Harmonica, Loops
David Coulter: Violin, Musical Saw, Jews Harps, Nose Flute, Clackamore, Circus Drums, Vocal Percussion


Biografia:
Combinando as baladas espontâneas de Hank Williams, as visões vanguardistas de Igor Stravinsky e Captain Beefheart e a sonoridade energética de Patti Smith, Sandy Dillon criou algumas das músicas mais inovadoras dos anos 90. Além de trabalhar com muitos conjuntos progressistas, como Ensemble Modern e Man Parrish, Dillon gravou cinco discos – "Dancin On The Freeway", "Skating", "Electric Chair", "East Overshoe" e "Nobody's Sweetheart" – no seu estilo autodenominado "jazz-punk western blues".

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Criada em Cape Cod, Massachusetts, EUA, Dillon começou a tocar piano aos seis anos. Após estudar música clássica no Berklee College Of Music, ela se mudou para Nova Iorque com o propósito de iniciar carreira na música. Vivendo no célebre Chelsea Hotel, ela se sustentava tocando jazz ao piano em bares gays e restaurantes noturnos, e chegou a interpretar Janis Joplin num musical da Broadway baseado na vida da saudosa cantora.

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Contratada pela Elektra no início dos anos 90, a música de Dillon encontrou resistência por parte da gravadora. Seus dois primeiros discos permaneceram inéditos, embora produzidos por Mick Ronson. Apesar disso, o terceiro álbum, "Dancing On The Freeway", acabou liberado em 1995, marcando a estreia da cantora no mercado fonográfico, mas seu contrato com a Elektra findou logo após o lançamento do disco.

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Dillon continuou a gravar em casa, com Steve Bywaters, seu marido e colaborador. "Skating", o segundo disco, surgiu pelo selo independente Bonjour, em 1996, seguindo-se "Electric Chair" (descrito por Sandy como "um álbum de músicas ardentes onde a mulher não se queima"), em julho de 1999, e "East Overshoe", em 2001. Quando Bywaters morreu de súbito ataque cardíaco, logo após o término da gravação de "East Overshoe", Dillon viu-se sozinha pela primeira vez em mais de uma década. No verão de 2002, ela começou a trabalhar num novo disco. "Nobody's Sweetheart" saiu pela etiqueta One Little Indian em 2004 (Craig Harris, AllMusic; tradução livre do inglês).

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